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A fibra do apocalipse silencioso: amianto, poder, mentira e a lenta crucificação da vida humana
O assunto aqui apresentado não trata apenas de um mineral. Ele trata de uma civilização inteira diante do espelho de sua própria inteligência ferida. O amianto surge ali como uma das metáforas mais perturbadoras da modernidade, porque ele une aquilo que o imaginário técnico costuma separar com conforto didático: utilidade e ruína, salvação e condenação, engenharia e necropolítica, progresso material e regressão moral. O que começa como encanto mineral, um tecido de pedra, uma

Jp Santsil
26 de mar.12 min de leitura
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