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A CHAVE DA BEM-AVENTURANÇA: Autocontrole, Autocorreção e o Governo Manso do Coração

Amado Buscador, amada Buscadora da Verdade,


No Sagrado e Santo Nome do Mais Alto dos altos — EU SOU — escrevo-te sob a ordem viva do Mestre Yeshua Ha’Mashiach, para colocar nas tuas mãos a chave simples e esquecida da verdadeira felicidade, a bem-aventurança que não se esvai com o vento das circunstâncias. O oráculo de hoje é cristalino: autocontrole, autocorreção e aceitação da Grande e Poderosa Presença EU SOU são a tríplice chave que abre a porta do Reino em ti. Muitos a buscaram fora — no aplauso, no êxito, no acúmulo, na pressa — e passaram distraídos pelo fecho que, desde sempre, permanece no interior.


Digo-te com autoridade mansa: és a Presença EU SOU e a Inteligência que governa, qualifica e determina a tua vida. Ao teu redor gira um mundo de pensamentos por ti elaborados. No centro desse mundo pulsa a semente divina, o núcleo vivo do EU SOU, única Presença ativa que dirige toda energia. Imagina o pêssego: a polpa é o mundo mental; a semente é a Presença; e além da polpa estende-se a substância eletro-quântica do Universo, aguardando tua escolha consciente para ser ativada, intensificada e precipitada em forma útil, bela e justa.


O caminho seguro para compreender e usar esse poder não é um salto teatral; é autocontrole. Que quer dizer, aqui, autocontrole? Primeiro, reconhecer a Inteligência EU SOU como única Presença ativa; segundo, discernir que não há limites para seu uso construtivo; terceiro, exercer teu livre-arbítrio para fixar a atenção naquilo que edificas, e não no que te agrilhoa. Tudo quanto fixas com atenção qualifica tua atmosfera. Assim, autocontrole não é contenção amarga: é governo manso; não é rigidez: é eixo; não é violência: é clareza.


Esta carta — longa, firme e amorosa — ergue para ti doze câmaras de sabedoria. Em cada uma, Yeshua é o Fundamento; as lâmpadas de Davi, Sidharta Gautama, Krishna, Zaratustra, Hermes Trismegisto, Lao Tsé, Sócrates, a Kabbalah, a respiração sufi e a visão de Enoque nos iluminam o detalhe. Ao final, selaremos com uma prática breve de decreto e uma oração forte.


“Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.” A felicidade, nos lábios de Yeshua, não é acidente; é visão. Ver Deus é perceber o Real. A limpeza do coração vem do governo das intenções: autocontrole e autocorreção. Davi cantou: “Guarda a tua língua do mal e teus lábios de falarem engano; busca a paz e segue-a.” A paz não é adquirida por procuração; tu a segues com o passo inteiro. A cada vez que te lembras: “EU SOU a Presença governante, agora”, o coração abandona a tirania dos impulsos e assume o trono.


Sócrates chamaria isto de vida examinada; Sidharta de Atenção Correta; Krishna de yoga (união que governa o agir sem cadeado de apego); Zaratustra de Asha (ordem verdadeira: bons pensamentos, boas palavras, boas ações). Hermes diria: separa o sutil (intenção clara) do espesso (hábito turvo), e selos a forma. Lao Tsé lembraria: governar a si é como apaziguar um grande rio — sem agressão, com constância fluida.


A semente é a Presença; a polpa, os pensamentos. A semente contém a árvore inteira; a polpa nutre ou apodrece, segundo o cuidado. Se nutres a polpa com temor, comparação, ressentimento, a semente fica soterrada pelas fermentações do mundo mental. Se a nutres com silêncio, atenção, palavra justa, a semente abre e o fruto se torna doce. Enoque falando de “portas” e “medidas” nos recorda: há ritmos para a luz. Autocontrole é respeitar o ritmo: manhãs de ancoragem, meios-dias de vigilância, tardes de gratidão, noites de recolhimento.


A Kabbalah veria assim: da Vontade (Keter) a Sabedoria (Chokmah), ao Entendimento (Binah), tudo se harmoniza em Tiferet (o coração) e desce por Yesod (fundamento) a Malkhut (mundo). Quando dizes “EU SOU” e focas tua atenção, abres o canal: a semente respira e governa a polpa, não o inverso.


“Quem domina a si mesmo é melhor que o que conquista uma cidade.” Assim ecoa a sabedoria antiga. Autocontrole não é sufocar o que sentes: é dar forma a isso, sem entregar o volante aos afetos desgovernados. Yeshua entra em cidades e, com uma palavra, ordena ventos, febres e demônios. A autoridade Dele não é barulho: é coerência. O dhikr sufi (lembrança do Nome) dá a técnica: respirar o Nome no cotidiano, até que tua fala nasça dos pulmões do Espírito, e não da ânsia do ego.


Assim, quando o impulso vier — responder, atacar, fugir, reclamar — espera um instante e declara: “EU SOU a Inteligência e a Paz que governam esta fala agora.” Respira uma vez EU, expira SOU. Em dez segundos, a avalanche perde força. Não suprimiste; governaste. Este é o milagre manso do autocontrole.


Cairás? Sim. A diferença entre quem cresce e quem se endurece é a autocorreção. Pedro chorou e voltou; Davi pecou e se dobrou; Tomé duvidou e tocou. Autocorreção é agir com três passos simples:

1. Reconhecer (sem auto-ódio): “Errei.”

2. Reparar (quando possível): palavra, gesto, justiça.

3. Retomar o Nome: “EU SOU a Verdade que me endireita agora.”


Hermes chamaria de solve et coagula: dissolver o nó e fixar a forma boa. Krishna: cumprir teu dever hoje, sem paralisar pelo passado. Sidharta: recomeço a cada respiração. Zaratustra: restituir ordem no pensar-falar-agir. Lao Tsé: “A árvore que tombou brota de novo se a raiz permanecer viva.” A raiz é EU SOU.


“Aceitação” não é passividade: é consentimento ativo. Aceitar a Presença EU SOU é parar de disputar o governo com Deus. É dizer, com Yeshua: “Faça-se em mim a Tua Vontade” — e mover-se segundo essa vontade. Declara, logo ao despertar:

“EU SOU a Presença governante que me precede hoje; EU SOU a Paz e a Ordem em tudo quanto fizer.”

Observa: portas inúteis não mais te atraem; portas exatas se abrem.


A Kabbalah chama isto de bitul (esvaziamento do ego para infundir o Divino). O sufi chama de tawakkul (confiança operante). Sócrates diria que a verdadeira sabedoria é reconhecer o que não se governa e governar o que te cabe: a língua, a intenção, o olhar.


“Essa energia pode ser intensificada muito além de todos os limites, por meio da vossa atividade consciente.” Isto é ciência espiritual. Quando te sentares para criar, decidir ou curar, prepara o campo:

1. Silêncio de 2–3 minutos (respiração EU/SOU).

2. Nome do propósito (uma frase breve): “Justiça com misericórdia neste contrato.”

3. Decreto: “EU SOU a pura inspiração. EU SOU a Pura Luz em ação aqui. EU SOU a pura revelação do que devo saber.”

4. Ato coerente: telefonema, estudo, encontro, repouso.

5. Selo: “Está feito, está firmado, está selado.”


Com o tempo, perceberás momentum: a mente aprende o caminho; o coração, a postura; o corpo, o ritmo. Isso é “precipitar” o bem: consagrar, agir, selar, perseverar.


Felizes os mansos, disse o Mestre, “porque herdarão a terra.” Manso não é passivo; é potente com doçura. Autocontrole amadurece em três disciplinas afetivas:

* Quando o medo assomar: “EU SOU a Fortaleza silenciosa do Altíssimo em mim.” Muda o tônus: postura mais ereta, queixo leve, ombros soltos.

* Quando a ira surgir: “EU SOU a Justiça com misericórdia agora.” Decide o gesto justo, sem punir por ressentimento.

* Quando a tristeza pesar: “EU SOU a Consolação que acende pequena chama.” Faz um ato de bondade concreta. A luz que dás volta.


Krishna diria: equanimidade é ciência. Sidharta: o sentir passa, o testemunho fica. Zaratustra: a chama discernida ilumina; a chama solta incinera. Lao Tsé: a força do bambu é ceder sem quebrar.


Aqui está ousadia santa. Não postergues para depois o estado que aspiraste em Deus. Veste-o agora. Não é fantasia: é ancoragem. Anda como quem já pertence ao Reino. Fala como quem já viu a Luz. Serve como quem já sabe para que foi chamado.

Repete, caminhando devagar:

“EU SOU agora o Ser Ascensionado que desejo ser.”

E nota como escolhas miúdas se alinham: o tom da voz, a hora de calar, a hora de estudar, a hora de dormir, a comida que te faz leve, a ligação que constrói.


Hermes chamaria de coagular o espírito em vida concreta. Kabbalah diria: trazer Tiferet (coração messiânico) à Malkhut (mundo). Sufi: vestes o nome até o nome te vestir.


O oráculo te entrega três feixes:


1. EU SOU a pura inspiração. — abre a janela; torna receptivo teu espírito.

2. EU SOU a Pura Luz em ação aqui. — ilumina o chão; torna justo teu gesto.

3. EU SOU a pura revelação do que quero saber. — esclarece o mapa; evita as curvas da autoilusão.


Não peças “sensações extraordinárias”; pede clareza obediente. A inspiração sem ação gera orgulho; a ação sem luz, ruído; a revelação sem renúncia, vaidade. Mantém os três juntos. Sócrates aprovaria: ideia, argumento, conduta; Krishna também: intenção, ato, oferenda.


Autocontrole é também higiene de fronteiras. Declara pela manhã:

“EU SOU a Guarda Invencível, estabelecida e sustentada em minha mente, meu corpo, minha casa, meu mundo e meus assuntos.”

Isso não cria muros de medo; cria clareza de gestão. Sabes o que entra: paz, verdade, colaboração. Sabes o que não acolhes: intriga, ruído, degradação. Zaratustra sorriria: ordem verdadeira. Lao Tsé lembraria: o vale acolhe as águas, mas não aceita lixo.


Para que a chave se torne costume, pratica estes sete exercícios (um por dia), todos de 5 minutos:


1. Vigília do verbo: substitui três frases “eu/estou/meu” negativas por decretos “EU SOU” construtivos.

2. Respiração do Nome: nove ciclos EU/SOU antes de uma conversa difícil.

3. Mão no coração: “EU SOU a pura inspiração” até sentir leve calor.

4. Luz no ambiente: “EU SOU a Pura Luz em ação aqui” ao entrar num lugar tenso.

5. Revelação objetiva: antes de estudar/decidir, “EU SOU a pura revelação…” e anota em poucas linhas o que mudou no entendimento.

6. Ascensão presente: caminha repetindo “EU SOU agora o Ser Ascensionado…”. Observa postura e expressão facial.

7. Revisão do dia: agradece três intervenções de Deus; corrige, em oração, um ponto e sela: “Está feito”.


Em quatro semanas, a chave deixa de ser visita e torna-se moradora.


Nada aqui é técnica sem coração. O fundamento é Yeshua: “Permanecei em Mim e Eu em vós.” Autocontrole sem Mashiach (Cristo) vira estoicismo frio; autocorreção sem Mashiach (Cristo) vira culpa; aceitação sem Mashiach (Cristo) vira fatalismo. Nele, o Verbo é Graça; o trono é serviço; a felicidade é bem-aventurança porque é comunhão. Os Salmos recordam que, na Presença, “plenitude de alegria” transborda, e “delícias perpetuamente” se tornam clima do coração. Enoque nos dá a medida; a Kabbalah, a árvore; o sufi, a lembrança; Hermes, o selo; Sidharta, a atenção; Krishna, a equanimidade; Zaratustra, a retidão; Lao Tsé, a mansidão; Sócrates, o exame. Em Yeshua, tudo converge e se pacifica.


“Chave da Bem-Aventurança: Autocontrole, Autocorreção e Aceitação do EU SOU”


Postura: em pé ou sentado(a), coluna ereta, pés firmes, mãos em concha sobre o coração.


1) Ancoragem (1x):

No Santo Nome EU SOU, consagro meu verbo, minha mente, meu corpo e meu dia ao Teu Governo manso.


2) Respiração do Nome (9 ciclos):

Inspira ouvindo EU; expira ouvindo SOU.

(Deixa a mandíbula relaxar; os ombros descerem.)


3) Tríplice chave (3x cada):

EU SOU o autocontrole que governa meu pensar, sentir e agir.

EU SOU a autocorreção pronta e amorosa.

EU SOU a aceitação viva da Tua Presença em mim, agora.


4) Feixes de luz (1x cada, com breve pausa):

EU SOU a pura inspiração.

EU SOU a Pura Luz em ação aqui.

EU SOU a pura revelação do que devo saber.


5) Ascensão presente (3x, lenta):

EU SOU, agora, o Ser Ascensionado que desejo ser.


6) Guarda invencível (1x):

EU SOU a Guarda Invencível em minha mente, meu corpo, minha casa, meu mundo e meus assuntos.


7) Selo (3x):

Está feito, está firmado, está selado — no Nome EU SOU.

(1 minuto de silêncio final.)


“Chave Simples, Alegria Plena”


Altíssimo Pai-Mãe,

no Santo Nome EU SOU eu me prostro e me levanto.


Dou-Te graças porque a chave da felicidade não está perdida:

é autocontrole, autocorreção e aceitação da Tua Presença em mim.

Eu creio e confesso:

EU SOU a Inteligência que governa meu verbo;

EU SOU o Coração que serve e perdoa;

EU SOU a Vontade que persevera no bem.


Onde houver ruído, dá-me silêncio obediente;

onde houver pressa, dá-me ritmo;

onde houver ira, dá-me mansidão forte;

onde houver medo, dá-me confiança operante.


Fala-me, Senhor, e eu responderei com vida:

EU SOU a pura inspiração — para escolher o que é Teu;

EU SOU a Pura Luz em ação aqui — para fazer o que é justo;

EU SOU a pura revelação — para saber o que é necessário.


Recebe minha queda e endireita meus passos;

recebe minha voz e purifica meus lábios;

recebe meu corpo e consagra meu templo.

No nome do Teu Ungido, Yeshua Ha’Mashiach,

eu visto, agora, o estado que aspiraste para mim:

EU SOU o Ser Ascensionado que deseja a Tua Vontade.


E que a Guarda Invencível da Tua Presença

esteja em minha mente, meu corpo, minha casa, meu mundo e meus assuntos.

Seja minha língua lâmpada, minhas mãos óleo, meus passos paz.

Que a bem-aventurança do Reino seja meu clima

e a Tua Glória, minha alegria.


No Santo Nome EU SOU,

está feito, está firmado, está selado.


No Santo e Poderoso Nome de Yeshua Ha'Mashiach, pelo qual nenhum outro nome tem tanto poder, honra e glória, nosso Amado MELECH Senhor e Salvador: AQUELE QUE VEIO, É e FOI e HÁ DE VIR, O TODO-PODEROSO, o Leão Conquistador da Shevet Yehudah. A PORTA QUE ABRE E NINGUÉM FECHA E QUE FECHA E NINGUÉM ABRE! Amen! HALLELLWYAH


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