A PURA LUZ EM AÇÃO: tomar as rédeas do Ser, vestir a Ascensão e não voltar atrás
- Jp Santsil

- 8 de dez. de 2025
- 13 min de leitura
Amado Buscador, amada Buscadora da Verdade,
No Sagrado e Santo Nome do Mais Alto dos altos — EU SOU — escrevo-te sob a ordem viva do Mestre Yeshua Ha’Mashiach, Pedra Angular, Cordeiro e Leão, Caminho e Porta, para anunciar-te uma ciência tão simples quanto absoluta: cada vez que dizes “EU SOU”, colocas em movimento a Pura Energia de Deus Criador sem cor, sem tinta humana, sem a poeira dos conceitos. É como se, com o teu próprio fôlego, soprasses a brasa que já arde dentro de ti; e, por causa desse sopro, o fogo encontra forma, calor, direção e obra.
Hoje, a instrução é direta como uma espada e doce como mel de rocha:
“EU SOU a pura inspiração.”
“EU SOU a Pura Luz em ação aqui.”
“EU SOU a pura revelação de tudo o que quero saber.”
E ainda:
“EU SOU, agora, o Ser Ascensionado que desejo ser.”
“EU SOU a eterna liberação de toda imperfeição humana.”
“Eu aceito, agora, minha Perfeição completamente realizada.”
Tais afirmações não são amuletos de superstição: são chaves de governo. Por elas, tomamos as rédeas do poder — não um poder de domínio sobre o outro, mas o poder de consentir com o Real, o poder de deixar que o Altíssimo seja Altíssimo dentro de nós, o poder de retirar a personalidade do centro do santuário para que a Presença assuma o Trono. A lei é inflexível como a alvorada: o EU SOU não pode falhar, do mesmo modo que o universo não cessa de pulsar. Quem falha é o eu que se intromete; o eu que pinta sombras sobre a luz sem cor; o eu que aduba medos com palavras; o eu que teme abraçar o Grande Poder de Deus Criador e “deixar que Ele trabalhe”.
Por isso, esta carta te convoca a três ousadias santas:
1. Ousar a pureza — pronunciar “EU SOU” sem contaminação, como quem derrama água de fonte em taça limpa;
2. Ousar a posse — reclamar e apoderar-se daquilo que desejas em Deus, por Deus e para Deus, vestindo agora o estado que pedes;
3. Ousar a permanência — não voltar atrás no reconhecimento do que és em Deus, porque cada passo dado nessa consciência é conquista irrevogável.
Se a mente “São Tomé” duvida — e ela duvida — não a deixes mandar; educa-a com termos explicativos, como mestre que explica ao aprendiz: “Este meu corpo é o Templo do Deus Todo-Poderoso: Perfeito, Harmonioso, Vivente, Ascensionado agora”. Se um órgão clama, não dês teu nome à dor; dá o Nome à dor: “EU SOU a única e Perfeita Energia atuando neste lugar”. Se hábitos antigos pedem muletas, usa-as com moderação e consciência; não cedas o governo do teu templo a substâncias, opiniões, diagnósticos, elogios ou injúrias: EU SOU governa — e governa em Amor, Sabedoria e Poder.
A instrução raiz revela um princípio: a Pura Energia de Deus Criador é incolor. A cor — seja de medo, orgulho, ansiedade, pressa ou mágoa — somos nós que damos quando usamos o EU/MEU como pincel de queixa, rótulo de carência ou decreto de derrota. A palavra “EU” abre a comporta; a palavra “MEU” instala o condutor; aquilo que lhes segue define o trilho pelo qual a energia vai viajar.
Shelomoh Ha'Melech (Rei Salomão) nos advertiu que a vida e a morte estão no poder da língua; David Ha'Melech (Rei Davi) aprendeu a calar-se quando a sua dor queria tornar-se lei; Yeshayahu (Isaías) viu a brasa tocar-lhe os lábios antes de ser enviado; Yirmeyahu (Jeremias) ouviu que o Senhor vela sobre Sua Palavra — e vela com aqueles que velam sobre a sua. Assim também tu: se vigias, reinas; se dormes, teu verbo te arrasta. O primeiro sacerdócio é o da boca.
Hermes Trismegisto chamaria isto de separar o sutil do espesso: o sutil é a intenção pura que nasce do coração rendido; o espesso é a camada de hábito que tenta pigmentar a luz. Lao Tsé diria: “A água é clara por não disputar o leito”; Sócrates peneiraria com suas três portas: verdade (é?), bondade/necessidade (serve?), beleza/dignidade (edifica?). Zaratustra pediria: bons pensamentos, boas palavras, boas ações. E Sidharta lembraria que a Atenção Correta vê o nó antes da fala, o impulso antes da flecha: aí o arqueiro escolhe o alvo do Alto.
Kabbalah nos oferece o mapa das dez luzes: quando dizes “EU SOU”, o feixe desce de Keter (Vontade) a Chokmah (Sabedoria), decanta em Binah (Entendimento), harmoniza-se em Tiferet (coração messiânico), fundamenta em Yesod (canal) e se derrama em Malkhut (mundo). Se o canal aprende a não colorir, o óleo desce puro, e o Rei governa.
“EU SOU, agora, o Ser Ascensionado que desejo ser.”
A mente de São Tomé, cética e contábil, pergunta: “Mas já? E a biografia? E os tropeços? E as contradições?” O oráculo responde: o tempo espiritual é vertical. O “agora” de Deus é o ponto de encontro entre promessa e cumprimento. Yeshua é a prova viva: “Antes que Abraão existisse, EU SOU.” Quando pronuncias EU SOU, não inventas uma fantasia; tocas a raiz do teu ser em Deus. Não negas o processo; colocas o processo dentro do Fogo.
Krishna cortará fino: o yoga da ação não manda fugir do dever; manda agir sem apego — e esse “sem apego” é a forma de dizer: “Visto-me do estado, agora, e ajo como quem já é”. Sidharta chamará de nobre esforço: o passo dado com retidão contém o estado que desejas; cada passo engrava. Zaratustra: o Asha (Ordem Verdadeira) não é uma ideia no céu; é a vereda sob teus pés, e teus pés a apertam ao caminhar. Hermes: o solve (liberar) e o coagula (fixar) pedem equilíbrio — dissolver o que prende, fixar o que liberta. Lao Tsé: “Mil milhas começam com o passo, mas o passo já contém a direção do Sol.” Sócrates: “Torna-te o que és” — não por orgulho, mas por coerência com o Bem.
Três afirmações, três operações:
1. “EU SOU a pura inspiração.”
Operação: abrir. Inspirar (soprar para dentro) o que o Alto sopra. Davi pedirá um coração dócil para ouvir; o salmo 36 falará do manancial em Ti. A pura inspiração não é capricho nem apetite de brilho: é o ar do Pai-Mãe que se derrama como capacidade de perceber, no instante, o que é de Deus. A cada manhã, dá ao Espírito a primeira palavra. O que vier depois será acréscimo.
2. “EU SOU a Pura Luz em ação aqui.”
Operação: iluminar. Não apenas ver a luz; ser luz em ação. Isaías 58 liga luz a justiça prática: partilhar pão, acolher nu, soltar jugo. A luz que faz é a prova da luz que vês. Yeshua dirá: “Vós sois a luz do mundo” — e a luz foi feita para alto do monte, não para debaixo do alqueire. Hoje, em tudo o que tocares, pergunta: “Qual é a forma luz?”; faz essa forma, e sela: “EU SOU a luz em ação aqui”.
3. “EU SOU a pura revelação do que quero saber.”
Operação: manifestar sentido. A revelação não é mirabolância; é clareza obediente. Abre o livro, estuda, pergunta, consulta, mas faz tudo sob o Nome: “EU SOU a revelação pura.” Enoque fala de portas e medidas; eis a medida: humildade (para perguntar) e coragem (para mudar quando souberes). Não retenhas a verdade como teoria; transforma-a em passo.
O oráculo atento te revela algo prático: “EU” e “MEU” são gatilhos. Toda vez que os usas, libertas poder. Usa-os com medo e cansaço, e o poder desce com a cor do medo; usa-os com fé e paz, e o poder desce como ouro líquido.
* Em vez de “Eu estou sempre ansioso”: “EU SOU a Paz que estabiliza este coração agora.”
* Em vez de “Meu estômago é fraco”: “EU SOU a Perfeita Energia atuando neste estômago.”
* Em vez de “Eu não consigo”: “EU SOU a Sabedoria que me mostra como e a Força para fazer agora.”
Paulo chamará isto de renovação do entendimento. *Tiago* alertará para a mente dupla (ora canta, ora maldiz). Provérbios lembrará que a língua mansa é árvore de vida. Sufi te dará a prática do dhikr: santificar as sílabas, lembrando-se de Deus entre as tarefas, dentro da cidade, através do corpo. Kabbalah te ensinará a calar quando o coração estiver azedo — porque silêncio, às vezes, é o decreto mais alto.
Não se pede que finjas ser desencarnado. Teu corpo é altar. Se tens hábitos de cuidados — fitoterápicos, homeopáticos, alopáticos — usa-os com moderação e governo. O que te contamina não é a substância; é abdicar do trono. O trono é do EU SOU. Põe a mão sobre o lugar que clama e declara, simples: “EU SOU a Vida do Altíssimo aqui, agora”. Observa como os músculos respondem, como a respiração expande, como a mente deixa de batizar a dor com a tua identidade. A dor passa por ti; tu passas pela dor como sacerdote, não como órfão.
Hermes diria: cuida do vaso (corpo) para que suporte fogo (espírito) sem rachar; Krishna pedirá justa medida no comer, dormir, trabalhar e orar; Sidharta lembrará o Caminho do Meio; Zaratustra pedirá higiene dos três campos (pensar, falar, agir); Sócrates exortará ao exame (o que me causa isto? o que nutre isto? o que liberta?); Lao Tsé sussurrará: a árvore robusta foi cuidada em muda.
“O que pode haver que te atemorize?” — pergunta o oráculo. Tememos a grandeza do Bem como quem mira o mar pela primeira vez. Temer o Altíssimo é admiração obediente, não recuo do amor. Yeshua insiste: “Não temas, crê somente.” Crer é permitir; permitir é abrir espaço; abrir espaço é não disputar o governo com Deus. Ali onde tentas controlar por ansiedade, devolve: “EU SOU o Poder que governa esta atividade, e por isso a Ordem está presente”. Repete baixinho, com mansidão e convicção; não com cara de esforço, mas com autoridade serena. O universo reconhece a voz de quem sabe quem é.
Sufi chamará isso de tawakkul (confiança ativa); Kabbalah verá Yesod (fundamento) entregando a Malkhut (reino) já abençoada; Enoque dirá que as portas se abrem no tempo certo, e tu te ajustas ao ritmo. Hermes lembrará: o que está acima (Deus trabalhando) age com o que está abaixo (tua obediência). Não cruzes os braços; cruza a vontade com a Vontade — e caminha.
Outra pérola: ninguém percebe por outro a Presença EU SOU. O teu reconhecimento é intransferível. Existe a comunhão, sim — a egrégora viva dos que entoam o Nome e sustentam a vibração do Reino. Podes e deves direcionar-te a esta comunhão (a “nuvem de testemunhas”), pedir amparo e acordo; mas o sim que desloca a montanha dentro de ti ninguém dá por ti. Cada passo que dás por ti mesmo é conquista permanente. É como selar um pacto que nem tu poderás violar sem sentir saudade do que assinaste.
Por isso, não lutes contra os teus tombos com vergonha; levanta-te com honra. Yeshua não se envergonha de chamar-te irmão/irmã; Davi soube chorar na Presença; Pedro negou e foi reerguido; Tomé tocou e creu; Mãe Maria guardou tudo no coração. Não retrocede quem conheceu a doçura do Nome. Pode até demorar na beira, mas a água do Espírito faz lembrar — e voltas.
Ao decretar, honra três elementos:
1. Forma: fala afirmações completas, no presente, simples. Ex.: “EU SOU a Pura Luz em ação neste encontro.”
2. Espírito: não grites; não supliques como órfão; ordena com amor. A autoridade mansa do Mashiach (Cristo) é o padrão.
3. Momentum: persevera dias, semanas, meses. O bem ganha massa; o campo se educa. A cada repetição consciente, a mente aprende a posição: altivez humilde, pés no chão, olhos no Alto.
Kabbalah chamaria isso de tikun (retificação) e hitkashrut (vinculação). Sufi diria: o dhikr ao longo do dia. Hermes: o selamento da forma até que deixe de ser um ato e se torne um estado. Lao Tsé: a virtude que não se gaba — e por isso permanece. Sócrates: hábito como exercício do bem.
* Cansaço acumulado → Descanso sagrado (sabá interior) e decreto curto: “EU SOU o repouso que regenera minhas forças, agora.”
* Ambiente ruidoso → Silêncio ativo (dois minutos de respiração EU (inspirar)/SOU (expirar) antes das decisões) e decreto de limpeza: “EU SOU a atmosfera de ordem e paz neste lugar.”
* Autoacusação → Arrependimento eficaz (confessa, repara, prossegue) e decreto de identidade: “EU SOU a justiça e a misericórdia em mim reconciliadas.”
* Pressa → Ritmo (pontos de ancoragem ao acordar/meio-dia/noite) e decreto de tempo: “EU SOU a Sabedoria que me faz chegar no tempo de Deus.”
* Medo de grandeza → Humildade de filiação: “EU SOU pequeno em mim, grande em Ti; faça-se em mim o Teu querer.”
Quando a mente crítica levantar o dedo, oferece-lhe sete espelhos:
1. Escritura: “Seja a luz — e houve luz.” “Se disseres a este monte: ergue-te.” “Pedi e recebereis.”
2. História: recorda três intervenções de Deus na tua vida.
3. Corpo: respira EU (inspirar)/SOU (expirar) nove vezes e percebe a resposta física.
4. Caridade: faz um ato concreto de misericórdia — luz em ação cria evidência.
5. Estudo: abre um salmo (19, 27, 34, 139) — lê em voz viva.
6. Comunhão: partilha em egrégora (um amigo de fé, uma comunidade) para eco e acordo.
7. Serviço anônimo: algo sem testemunhas — tua mente verá que não se trata de ego.
Feito isto, olha para a mente e diz: “Podes descansar. Quem governa agora é a Presença.” E, lembre-se, a nossa mente sempre mente, e toda mentira é puramente mental.
Um itinerário de sete dias (prático e simples):
* Dia 1 — Vigília da língua: registra três frases “EU/MEU” negativas e substitui por três decretos “EU SOU”.
* Dia 2 — Corpo-templo: impõe as mãos sobre o órgão mais tenso e repete por 3 minutos: “EU SOU a Perfeita Energia atuando aqui.”
* Dia 3 — Luz em ação: realiza um gesto de justiça/amor (ligação, oferta, reconciliação) e sela: “EU SOU a luz em ação aqui.”
* Dia 4 — Revelação: antes de estudar/decidir, 1 minuto de “EU SOU a pura revelação do que quero saber.”
* Dia 5 — Ascensão agora: por 5 minutos, caminha devagar repetindo: “EU SOU agora o Ser Ascensionado que desejo ser.”
* Dia 6 — Liberação: escreve três crenças limitantes e transforma-as em “EU SOU a eterna liberação de…”.
* Dia 7 — Aceitação: confessa em voz mansa: “Eu aceito, agora, minha Perfeição completamente realizada.” Agradece três sinais do dia.
Tudo o que aqui se diz encontra fundamento no Mestre dos mestres Yeshua Ha'Mashiah. Ele é o Verbo que se fez carne. Ele nos ensinou que a figueira responde ao decreto, que o vento obedece, que a febre cede, que os pães se multiplicam, que a água se faz vinho, que o “Eu” verdadeiro é um com o Pai-Mãe. Ele nos advertiu contra palavras vãs e nos ensinou a dizer “Pai-Mãe Nosso”: a filiação é o tronco; os decretos, os frutos. Ele nos deu o Nome acima de todo nome; e nele o teu EU SOU encontra sentido, forma, caminho e cruz — sim, cruz: pois a grandeza do Nome não te desobriga da via estreita do amor; capacita-te a percorrê-la em vitória.
Sidharta ofereceu a coragem da lucidez; Krishna, a arte da equanimidade; Zaratustra, a pureza do alinhamento; Hermes, a química do espírito; Lao Tsé, a mansidão invencível; Sócrates, a consciência crítica; os sufis, a memória do Nome; Enoque, a medida do céu; a Kabbalah, a arquitetura do fluxo. Tudo converge em Yeshua, pois nele residem corpo, sangue, verbo e caminho — nele o EU SOU brilha sem cor humana, sem sombra de turning.
Agora, sela comigo, em prática e oração.
“Pura Luz, Ascensão Agora, Liberação Permanente”
Postura: sentado(a) ou em pé, coluna ereta, pés na terra. Mão direita no coração, esquerda aberta.
1) Silêncio inicial (60–90s): respiração EU/SOU (9 ciclos).
* Inspira ouvindo EU; expira ouvindo SOU.
* Permite que os ombros cedam; a mandíbula afrouxe; a atenção seja ampla.
2) Ahava–Chokmah–Gevurah (Amor–Sabedoria–Poder) (1x):
EU SOU o Amor que acolhe, a Sabedoria que discerne, o Poder que realiza o Bem agora.
3) Tríplice decreto de hoje (3x cada):
a) EU SOU a pura inspiração.
b) EU SOU a Pura Luz em ação aqui. (visualiza luz atravessando corpo e ambiente)
c) EU SOU a pura revelação de tudo o que quero saber.
4) Ascensão presente (3x):
EU SOU, agora, o Ser Ascensionado que desejo ser. (caminha um passo lento a cada repetição)
5) Liberação e Perfeição (1x clara):
EU SOU a eterna liberação de toda imperfeição humana.
Eu aceito, agora, minha Perfeição completamente realizada.
6) Corpo-templo (passagem de mãos, 60–90s):
Onde houver dor: EU SOU a única e Perfeita Energia atuando aqui.
Nos pensamentos: EU SOU a Mente do Machiach (Cristo) me esclarecendo agora.
Nas emoções: EU SOU a Paz que excede entendimento habitando meu peito.
7) Governo das atividades (1x):
EU SOU o Poder que governa esta atividade; consequentemente, a Ordem está presente.
8) Selo (3x):
Está feito, está firmado, está selado — no Nome EU SOU.
Permanece 60–90s no Grande Silêncio.
“Tomar as rédeas, vestir a Ascensão, permanecer na Luz”
Altíssimo Pai-Mãe, Fonte da Vida,
no Santo Nome EU SOU eu me prostro e me levanto.
Eu creio e confesso:
Cada vez que pronuncio EU SOU, Tua Pura Energia se move sem mancha humana,
e o que eu pinto com o meu verbo torna-se ponte ou muro.
Hoje escolho a ponte:
EU SOU a pura inspiração que me visita,
EU SOU a Pura Luz em ação aqui,
EU SOU a pura revelação de tudo o que devo saber.
Recebe, Senhor, minha mente São Tomé:
ensina-a com brandura e firmeza,
para servir à Verdade e não a detenha.
Recebe meu corpo como Teu Templo:
cura onde houver fissura, ordena onde houver desordem,
fortalece onde houver fraqueza, pacifica onde houver turbilhão.
No Santo Nome EU SOU, visto agora o estado:
EU SOU o Ser Ascensionado que desejo ser,
EU SOU a eterna liberação de toda imperfeição,
Eu aceito, agora, minha Perfeição completamente realizada.
Guarda minha língua no Teu prado;
que cada “EU” carregue Tua Luz,
que cada “MEU” seja oferta e cuidado, não posse nem ferida.
Faz de mim canal sem cor,
para que a cor do Teu Amor pinte o mundo através de mim.
Concede-me, Senhor:
a atenção de Sidharta,
a equanimidade de Krishna,
a retidão de Zaratustra,
a arte de Hermes para separar e selar,
a mansidão de Lao Tsé,
a consciência de Sócrates,
o mapa da Kabbalah e o canto dos sufis,
e, acima de tudo, o Coração do Mashiach (Cristo),
onde o Verbo não falha, a Cruz é vida e o Amor é lei.
Abençoa minha casa e minha cidade;
torna minhas mãos óleo onde houver atrito,
minhas palavras lâmpadas onde houver sombra,
meus passos ritmo onde houver ruído.
E quando a mente vacilar, lembra-me:
o Trono é Teu, a Voz é Tua, o Tempo é Teu;
EU SOU em Ti, Tu és em mim — e isto me basta.
No Nome que salva e acende, EU SOU,
está feito, está firmado, está selado.
No Santo e Poderoso Nome de Yeshua Ha'Mashiach, pelo qual nenhum outro nome tem tanto poder, honra e glória, nosso Amado MELECH Senhor e Salvador: AQUELE QUE VEIO, É e FOI e HÁ DE VIR, O TODO-PODEROSO, o Leão Conquistador da Shevet Yehudah. A PORTA QUE ABRE E NINGUÉM FECHA E QUE FECHA E NINGUÉM ABRE! Amen! HALLELLWYAH!
Se julga que esse texto foi bom para ti, me apoie a está sempre escrevendo mais artigos e tratados espirituais, doando o que achar conveniente ao seu coração na chave pix: 48988052791 (celular)... E se você está passando por qualquer desequilíbrio, em qualquer área da sua vida, não hesite em me pedir ajuda! Acesse este link: CLIQUE AQUI e agende uma das várias terapias que ofereço, seja Online ou Presencial. Estou disponível para te acompanhar em todos os seus processos de cura e elevação emocional, social e espiritual. Conte comigo! Você não está só! Que a Grande e Poderosa Divina Presença EU SOU te abençoe e te ilumine! Amén!



Comentários