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VIDA, EU SOU e a Ciência Total da Consciência

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Um Tratado Gnóstico, Místico e Alquímico sobre a Fonte Criadora em Ação, e o Retorno à Passagem da Essência Divina no Homem


A VIDA — em todas as suas atividades, em toda sua manifestação e onde quer que se expresse — não é um acidente químico, nem uma mera estatística biológica, nem uma casualidade de átomos em movimento. A VIDA é a assinatura do TODO-PODEROSO em ação. É a Fonte Criadora, Mantenedora e Renovadora de todas as coisas pulsando em Energia, Frequência, Corpos e Formas. Onde há vida, há Inteligência. Onde há movimento vital, há princípio organizador. Onde há germinação, crescimento, cura e renovação, há um mistério ativo: o Mistério do Ser, o Mistério do EU SOU, a Presença que sustenta e permeia tudo o que existe.


Na linguagem gnóstica do Mestre Yeshua Ha’Meshiach, a VIDA é expressão do Logos: a Palavra viva que ordena o caos e instaura sentido, forma e direção. Não se trata de “palavra” como som externo, mas como princípio criador, como comando ontológico: “faça-se”. E quando o buscador e a buscadora da verdade contempla a VIDA com reverência, ele e ela começa a perceber que aquilo que chama de “mundo” é, na verdade, um templo em movimento; e aquilo que chama de “eu” é uma porta — uma passagem — por onde a Essência Divina pode fluir, se houver condições internas para isso.


O Livro de Ouro de Saint Germain: A Sagrada Alquimia do EU SOU afirma algo que é, ao mesmo tempo, sublime e cirúrgico: por desconhecimento e ignorância de como aplicar pensamento–sentimento–emoção, os seres humanos interromperam a passagem da Essência Divina da VIDA em suas existências corpóreas. Há aqui uma acusação espiritual que não é condenação: é diagnóstico. Não é para culpar; é para despertar. Porque se a interrupção foi gerada por ignorância, ela pode ser curada por educação da consciência. E isso é Gnose: educação sagrada do ser humano para que volte a ser canal, não bloqueio; altar, não ruína; instrumento do EU SOU, não escravo do ego.


A primeira tese do Livro de Ouro é absoluta: a VIDA representa a Fonte Criadora, Mantenedora e Renovadora. Repare na tríade. Ela não descreve apenas “origem”; descreve processo contínuo.


* Criadora: a VIDA inaugura formas, inicia ciclos, faz surgir o que não existia naquela configuração.

* Mantenedora: a VIDA sustenta, alimenta, dá continuidade, integra sistemas para que permaneçam.

* Renovadora: a VIDA não é estática; ela corrige, regenera, recicla, transforma morte em adubo, crise em passagem, queda em aprendizagem.


Se o buscador e a buscadora da verdade contempla a natureza com olhos iniciáticos, verá que tudo está submetido a ritmos: marés, estações, ciclos de sono e vigília, nascimento e declínio, dissolução e recomposição. A VIDA é um movimento inteligente, não um ruído cego. E nesse movimento, a energia nunca é apenas “energia”: ela é direção, organização, intenção cósmica.


Aqui entra a linguagem de Energia, Frequência, Corpos e Formas: aquilo que chamamos matéria é, em leitura profunda, forma condensada de processos, e processos são padrões — padrões vibratórios, padrões informacionais, padrões de organização. O mundo se torna compreensível quando o vemos como camadas: densidade, fluxo, campo, informação, sentido. E a VIDA é o fio que costura todas as camadas.


O Livro de Ouro diz que o ser humano, ao longo das eras, interrompeu a passagem da Essência Divina “da VIDA” em sua existência corpórea. Essa frase guarda um segredo iniciático: o corpo foi feito para ser receptáculo da Luz, mas tornou-se, para muitos, uma câmara de ruído.


Na Gnose, o ser humano é um composto: corpo, energia, psique, essência. Quando essas camadas se alinham ao EU SOU, a VIDA flui. Quando se desalinham, a VIDA encontra resistência.


Qual é o mecanismo da interrupção? O próprio texto aponta: a aplicação incorreta de pensamento–sentimento–emoção. Isto é, a humanidade passou a operar como um sistema desgovernado. A mente pensa sem verdade; o sentimento reage sem presença; a emoção explode sem direção. O resultado é uma psique com ruído crônico, e ruído crônico é bloqueio. A Essência Divina é como um rio: ela flui melhor por um leito limpo. O ego é como detritos: acumula, obstrui, desvia.


Yeshua revela isso de modo direto ao chamar a humanidade à conversão interior: metanoia. Mudança de mente, de eixo, de direção. Não é moralismo; é fisiologia espiritual. A consciência, quando dominada por medo, orgulho, inveja, ansiedade, luxúria, ressentimento, passa a emitir padrões internos de desordem. E esses padrões reconfiguram a experiência do corpo, da vida e do mundo.


Em termos alquímicos: o operador está impuro, e o laboratório fica contaminado.


O Livro de Ouro é sofisticado ao não acusar “o mundo”, “o destino” ou “os outros”. Ele aponta para um triplo operador: pensamento, sentimento, emoção. Esses três não são detalhes psicológicos: são forças estruturantes da realidade vivida.


* Pensamento: não é apenas ideia; é direção da atenção e construção de significado.

* Sentimento: é a qualidade do coração, o tom íntimo que colore a percepção.

* Emoção: é movimento energético que atravessa o corpo e altera decisões, impulsos e vínculos.


Quando pensamento, sentimento e emoção caminham em desarmonia, o ser humano vira uma máquina de contradições: deseja luz, mas alimenta trevas; pede paz, mas cultiva guerra interna; quer abundância, mas se organiza na escassez.


Quando caminham em harmonia — sob a orientação do EU SOU — ocorre o fenômeno que as tradições chamam de “graça”, e que uma linguagem moderna poderia chamar de coerência interna. Coerência é a alquimia silenciosa que abre passagem.


E aqui convém usar com sobriedade o termo que você pede: “ciência quântica espiritual”. Se quisermos empregar essa expressão de modo útil, ela precisa significar, sobretudo, isto: o papel do observador e a primazia da coerência.


* O que você observa com constância tende a se transformar.

* O que você alimenta com atenção tende a crescer.

* O que você sustenta como coerência tende a se manifestar como ordem.


Não como “mágica de atalho”, mas como disciplina de campo interior.


O Livro de Ouro afirma: “Se assim não fosse, a VIDA expressaria sua perfeição, com toda sua naturalidade, em todos os seus momentos, emoções e sentimentos.” Essa frase revela uma lei: a perfeição é o estado natural da VIDA.


Isso não quer dizer que a existência humana será sempre confortável. Quer dizer algo mais profundo: a VIDA, em si, tende ao equilíbrio, à cura, à integração. Ela busca restaurar. Ela busca harmonizar. Ela busca elevar o padrão. O problema é que a mente humana, quando desconectada, tenta substituir a perfeição por controle; tenta substituir a harmonia por aparência; tenta substituir o amor por poder.


A perfeição da VIDA não é “vida sem desafios”; é vida com sentido, vida com regeneração, vida com aprendizado, vida com ordem interna.


Por isso, em linguagem crística, o “Reino” é comparado a uma semente: há um impulso vivificador inerente, uma força que quer crescer. O que impede o crescimento é a dureza do solo. E o solo, na alegoria, é a consciência.


O Livro de Ouro apresenta uma lista que merece ser tratada como mapa: Amor, Paz, Beleza, Harmonia e Opulência. Isso não é “autoajuda”; é ontologia espiritual: a descrição de um estado de alinhamento com a Fonte.


* Amor: não como emoção romântica, mas como força de integração e benevolência lúcida.

* Paz: não como ausência de movimento, mas como ordem interior estável.

* Beleza: não como estética superficial, mas como proporção, sentido e presença.

* Harmonia: coerência entre as partes; o fim da guerra interna.

* Opulência: aqui, não como ostentação, mas como plenitude de vida, suficiência, abundância de recursos e oportunidades para cumprir propósito.


Na Gnose de Yeshua, isso se chama “vida em abundância”. E é crucial entender: abundância não é apenas ter; é ser capaz de receber sem culpa e de compartilhar sem medo. É uma postura ontológica: um coração que não bloqueia o fluxo.


O Livro de Ouro diz algo que abala ilusões: “É indiferente para a própria VIDA, se vós utilizais ou não destes benefícios.” Essa frase é poderosa porque desmonta a fantasia de um cosmos que “se ofende” com nosso erro. A VIDA não é um ego. Ela é princípio.


A VIDA continua oferecendo. Continua fluindo. Continua surgindo “mais e mais” para manifestar perfeição. O que muda é a capacidade humana de receber e cooperar.


Isso nos devolve responsabilidade: não há necessidade de dramatizar com culpa; há necessidade de aprender. A ignorância interrompe o fluxo; a educação o restaura. A Gnose é essa educação.


Em termos de Lei espiritual:

* A Fonte é constante.

* O canal é variável.

* O resultado é proporcional ao grau de abertura e coerência do canal.


Se a VIDA é Energia, Frequência, Corpos e Formas, então o buscador e a buscadora da verdade precisa de uma ciência que não seja fragmentada. O Livro de Ouro, implicitamente, pede uma ciência que una: interior e exterior; espírito e matéria; intenção e manifestação.


Na prática, isso significa compreender três níveis de operação:


Nível da Consciência: o Observador

Quem observa? Com que qualidade observa? Com medo, com amor, com arrogância, com humildade?

A qualidade do observador define a qualidade do mundo percebido.


Nível do Campo Psíquico: o Padrão

Pensamento–sentimento–emoção geram um padrão. Um padrão repetido vira um campo. O campo orienta decisões e atrai experiências compatíveis.


Nível da Encarnação: o Corpo como Templo

O corpo é o lugar onde o invisível vira visível.

Quando a psique está em ruído, o corpo vira campo de conflito.

Quando a psique está em coerência, o corpo vira receptáculo da paz.


É nessa tríade que a “passagem da Essência Divina” se dá — ou se interrompe.


Para que a passagem da VIDA volte a ser natural, é preciso o trabalho que Yeshua sempre apontou: nascer de novo. Nascimento espiritual é reorganização de eixo. É a queda do “falso eu” e a ascensão do Ser.


Em linguagem gnóstica, isso se dá por uma alquimia de três movimentos:

1. Morte do ego (o fim das estruturas que sequestram energia)

2. Nascimento do Ser (a consciência desperta como centro)

3. Serviço (o poder selado pela ética do Amor)


Sem esses três, qualquer “magia” vira ruído. Com esses três, a magia volta ao significado original: sabedoria aplicada, ciência total, vida em coerência.


Para tornar este tratado operável, segue um protocolo objetivo — simples, exigente e profundamente alinhado ao Livro de Ouro.


A) Disciplina da Atenção (7 minutos diários)

* Sente-se em silêncio.

* Respire naturalmente.

* Afirme internamente: “EU SOU a Presença que observa.”

* Observe pensamentos sem segui-los.

* Ao final, escolha uma qualidade do dia: Paz, Amor, Verdade, Serviço.

Isso treina o Observador. Sem observador, não há alquimia.


B) Disciplina do Triângulo (3 pausas diárias)

Três vezes ao dia, pare 60 segundos e pergunte:

1. O que estou pensando agora?

2. O que estou sentindo no coração?

3. Que emoção atravessa meu corpo?


E então alinhe:

* troque o pensamento por um pensamento verdadeiro;

* eleve o sentimento para gratidão ou reverência;

* conduza a emoção por respiração até pacificar.

Isso é “ciência total” aplicada: governar pensamento–sentimento–emoção.


C) Disciplina da Palavra (vigilância por 21 dias)

* Não pronuncie palavras que semeiem caos.

* Não use a palavra para se justificar ou ferir.

* Use a palavra para abençoar, esclarecer e edificar.

A palavra é operador de realidade. A palavra ordena campos.


D) Disciplina do Serviço (um ato invisível ao dia)

Faça um bem sem contar.

Isso mata a vaidade espiritual e abre o coração para opulência verdadeira: plenitude que circula.


A mensagem do Livro de Ouro é, no fundo, uma boa notícia: a VIDA não desistiu. Ela continua surgindo “mais e mais”, carregando o impulso vivificador da perfeição. O problema não está na Fonte; está na interrupção do canal. E o canal é restaurável.


Na Grande e Poderosa Divina Presença EU SOU, sob os ensinamentos gnósticos do Mestre Yeshua Ha’Meshiach, o chamado é simples e definitivo: voltar a ser passagem. Voltar a permitir que a Essência Divina atravesse o pensamento, purifique o sentimento, eduque a emoção, regenere o corpo, ordene a vida e manifeste, com naturalidade, Amor, Paz, Beleza, Harmonia e Opulência — não como luxos do ego, mas como frutos do alinhamento.


Porque quando o EU SOU reassume o comando, a VIDA deixa de ser luta e volta a ser fluxo.


Decreto final na Presença EU SOU


Grande e Poderosa Presença EU SOU,

Fonte Criadora, Mantenedora e Renovadora em mim,

eu reconheço que a VIDA é a Tua Ação em Energia e Forma.


Agora eu ordeno, em nome da Luz do Mashiach (Cristo) Íntimo,

que todo ruído de pensamento, todo veneno de sentimento,

e toda emoção desgovernada sejam transmutados em Paz.


EU SOU o Canal aberto da Essência Divina.

EU SOU a Consciência que governa com Amor.

EU SOU a Vontade que se alinha ao Bem.

EU SOU a Harmonia em meu corpo, em minha mente e em meu destino.


EU SOU. EU SOU. EU SOU.


No Santo e Poderoso Nome de Yeshua Ha'Mashiach, pelo qual nenhum outro nome tem tanto poder, honra e glória, nosso Amado MELECH Senhor e Salvador: AQUELE QUE VEIO, É e FOI e HÁ DE VIR, O TODO-PODEROSO, o Leão Conquistador da Shevet Yehudah. A PORTA QUE ABRE E NINGUÉM FECHA E QUE FECHA E NINGUÉM ABRE! Amen! HALLELLWYAH


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