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EU SOU NÃO FALHA: Vigília do Verbo, Purificação do Decreto e a Maestria do Corpo-Templo

Amado Buscador, amada Buscadora da Verdade,


No Sagrado e Santo Nome do Mais Alto dos altos — EU SOU — escrevo-te sob a ordem viva do Mestre Yeshua Ha’Mashiach, Pedra Angular e Caminho, para reacender em ti a ciência espiritual do Verbo e do Decreto. Hoje, o oráculo é nítido como as águas primeiras e firme como coluna de templo: quando pões em movimento o Poder de Deus ao pronunciar “EU SOU”, essa Presença não pode falhar em Sua realização; somente a personalidade, se intrometida, obstrui o caminho. Logo, a instrução é dupla: vigiar e decretar. Vigiar o que dizemos; decretar como filhos e filhas do Altíssimo, não como mendigos do acaso.


Recebe, pois, esta carta como manual de maestria vocal e arte do silêncio luminoso. Aqui aprenderás a não emprestar a tua língua à desordem, a não alinhar teu coração com queixas, a não alistar teus nervos no exército do medo. Aprenderás a governar pensamentos e emoções pelo Nome, a purificar hábitos (inclusive o uso moderado de remédios, quando necessários), até que, por discernimento e graça, tua saúde seja um sacramento da Verdade.


Oráculo-base: “Quando pões em movimento o Poder de Deus Criador, ao pronunciar o ‘EU SOU’, essa Presença não pode falhar em Sua Realização. Falha somente quando a personalidade obstrui o caminho. Vigia-te para não empregar o ‘EU SOU’ em forma negativa, pois toda vez que dizes ‘EU/MEU’ libertas energia ativa. A atividade correta, diante de qualquer órgão em aparência de perturbação, é declarar: ‘EU SOU a única e Perfeita Energia atuando neste lugar’. Usa o que precisares com moderação e consciência, mas não cedas o governo do teu templo a coisa alguma: aprende a reger-te no Nome, até que a Maestria floresça.”

Com este selo no coração, avancemos por doze câmaras desta Escola do Verbo. Em cada uma, Yeshua é o Fundamento; as vozes de Davi, Sidharta, Krishna, Zaratustra, Hermes Trismegisto, Lao Tsé, Sócrates, os sufis, a Kabbalah e Enoque nos servem de lâmpadas auxiliares. Ao fim, selaremos tudo com prática de decreto e oração forte.


No Gênesis, a Criação não é uma marreta: é Palavra. “Haja” é decreto do Amor. Quando Yeshua cura, a palavra d’Ele traz autoridade mansa: “Quero, sê limpo”; “Levanta-te e anda”. O salmista percebeu a engenharia do Verbo: “Pela Palavra do Senhor foram feitos os céus.” Aprende, então: o Universo responde a vozes governadas pelo Amor, Sabedoria e Poder. O Verbo digno limita o caos, separa, nomeia, faz surgir e abençoa.


A Kabbalah nomeia este dinamismo: de Keter (vontade pura) jorra o plano a Chokmah (sabedoria) e se decanta em Binah (entendimento). O coração (Tiferet) harmoniza, e a forma desce a Yesod e Malkhut (o concreto da vida). Quando dizes “EU SOU”, alistas teu Verbo nesse fluxo santo. Hermes confirma: o que está acima (intenção divina) busca refletir-se no que está abaixo (tua palavra e ação). O Verbo não é acessório; é engrenagem.


Falhar o EU SOU seria como o sol falhar em nascer. Não falha, porque não depende do humor do dia: é a Presença. O que falha é nossa adesão. Quando o ego toma assento no trono, distorce o feixe: ciúme, pressa, medo, vaidade, autoacusação — a luz passa por prismas rachados. O Nome segue íntegro; nós é que fechamos venezianas.


Daí a ordem: vigia-te. Ao proferir “EU SOU”, não conjugues negação com o Nome. Dizer “EU SOU doente, fracassado, confuso” amarra energia viva numa forma descabida. Ao dizer “MEU estômago está mal”, atribui* governo. O oráculo pede substituição imediata:


“EU SOU a única e Perfeita Energia atuando neste órgão.”
Não negas sintomas com mentira; afirmas realeza com fé. A fé não inventa; ancora o Real.

Zaratustra nomearia isto Asha: alinhar pensar, falar e agir à Ordem Verdadeira. Krishna chamaria de yoga: ato interno de unificação. Sidharta ensinaria atenção: percebe o impulso verbal, vê a intenção, faz a escolha. Sócrates exigiria exame: esta palavra serve ao Bem? Lao Tsé lembraria: suavidade é potência sem estrondo; o decreto não grita — ordena.


Davi compreendeu que a língua pode ser faca ou óleo. O oráculo alerta: toda expressão que te refira, tanto “EU” quanto “MEU”, liberta energia ativa. Se dizes “meu medo”, “minha ansiedade” como título, passas escritura. Usa a pedagogia do espírito:


* Nomeia o fato sem casamento de identidade: “há ansiedade passando por mim”.

* Decreta o Nome: “EU SOU a Paz do Altíssimo que estabiliza este fluxo agora.”

* Entrega o órgão: “EU SOU a Perfeita Energia no sistema nervoso, no coração, no fígado, nas juntas.”


Aí a palavra deixa de adoecer e volta a curar. Yeshua sela: “Pelas tuas palavras serás justificado.” A Palavra não substitui o cuidado; ordena-o. Se precisas de remédio, usa com consciência e moderação, sem abdicar do trono: não é a pílula que te governa; é o EU SOU que governa a pílula para que sirva.


Tu és pó amado de Ruach (Sopro). O corpo não é prisão; é templo. Paulo resumiu: “Glorificai a Deus no vosso corpo.” O oráculo te educa: usa o que for necessário — fitoterápico, homeopático, alopático — com moderação e sob consciência de governo. Pouco a pouco, a Maestria cresce: a respiração muda, o sangue se acalma, o sono se ordena, a língua se disciplina, o humor se pacifica. É um processo; não te condenes pelas escadas.


Hermes fala do vaso: limpa-o (albedo), fortalece-o (coagula virtudes), flexibiliza-o (não seja quebradiço). Krishna pede equilíbrio: comer, dormir, trabalhar e orar em justa medida. Sidharta oferece o Caminho do Meio. Kabbalah chama o corpo de morada de Malkhut: é onde o Reino toca. Quando dizes “EU SOU a Perfeita Energia atuando neste lugar”, a forma ouve — nervos, glândulas, vísceras — e alinha-se à ordem.


A alquimia interior vê o sintoma como mensageiro.


* Nigredo: a sombra aparece (dor, medo, tensão).

* Albedo: lava com o Nome (respiração EU/SOU).

* Citrinitas: a clareza nasce (o que isto pede de mim?).

* Rubedo: ação concreta (repouso, perdão, ajuste alimentar, consulta, reconciliação).


O decreto não te torna negacionista; te torna sacerdote do teu templo. Toca o lugar com a mão e diz baixinho: “EU SOU a Vida do Altíssimo aqui.” Repete sem ansiedade, como se regasses. Apressado bate a terra; perseverante umedece a raiz.


Enoque viu portas para os ventos, órbitas de astros, medidas de luz. A cura costuma pedir ritmo: faz teus decretos nos umbrais do dia (acordar, antes do trabalho crucial, antes de dormir). A frequência estabiliza circuitos neurais; a alma aprende a voltar. O dhikr sufi (lembrança do Nome) traduz isto em permanência: o coração retém o Nome mesmo enquanto negocia, dirige, cozinha. O que chamamos “milagre” é, não raro, convergência de graça e constância.


Há um perigo sutil: supor que “EU SOU” seja um fetiche do ego. Não é. O santo Nome não infla a personalidade; atravessa-a. O oráculo denuncia o mecanismo: é a personalidade que obstrui. Como quebrá-la?


* Confissão verdadeira: “Errei.” (Sem auto-ódio.)

* Restauração prática: reparar.

* Retorno ao Nome: “EU SOU misericórdia em ato.”

* Serviço: um gesto diário de caridade, que relativiza o “eu” e dilata o nós.


Lao Tsé chamaria isto de baixar ao vale. Sócrates: conhece-te (e não te idolatres). Zaratustra: humildade operante. Krishna: faze o dever sem apego ao fruto.


* Davi: a língua que abençoa é escudo e óleo.

* Sidharta: atenção ao nó antes da palavra.

* Krishna: equilíbrio; que o decreto não substitua o dever.

* Zaratustra: alinha o falar ao Asha (ordem-veracidade).

* Hermes: separa sutil do espesso; sela a forma do bem.

* Lao Tsé: o decreto fala baixo e governa alto.

* Sócrates: que tua fala passe por verdade, utilidade e dignidade.


Todas as lâmpadas convergem em Yeshua: Verbo que se fez carne para reeducar a nossa.


Há três sabotadores do decreto:


1. Dúvida cínica: não interroga para aprender; interroga para paralisar. Resposta: recorda os testemunhos de Deus em tua história; escreve-os.

2. Pressa: quer colher ontem. Resposta: ritmo e respiração.

3. Autoacusação: culpa que paralisa. Resposta: arrependimento eficaz (confessa, repara, prossegue).


Tiago fala da mente dividida; Paulo da metanoia (renovação); Provérbios da língua que dá vida ou morte. O decreto madura quando a alma abandona a vingança e aprende a benção.


Dizer “meu filho”, “minha casa”, “meu trabalho” é legítimo quando significa cuidado. Torna-se tóxico quando significa posse que sufoca. A mesma lógica vale para “meu sintoma”: não dês domicílio ao que deves cuidar e liberar. Fala com teu corpo como quem fala com um amigo: com firmeza e ternura. “Amado joelho, EU SOU a Perfeita Energia te alinhando.” E age em coerência: alonga, fortalece, descansa, trata — sem idolatrar a dor, sem negar o real.


Há três obras diárias:


1. Abstenção: evita uma palavra que feriria.

2. Construção: profere uma palavra que levanta alguém.

3. Intercessão: oferece uma palavra a Deus por uma pessoa concreta.


Isto cria campo. O decreto se torna hábitat, não apenas um instante. Sufi chamaria isto de adab do Nome.


Em Yeshua, o “EU” fragmentado se cura. Ele nos ensina a dizer “Eu e o Pai-Mãe somos um” não como orgulho, mas como filiação. O oráculo de hoje, então, é teu caminho de casa: vigiar o EU, consagrar o MEU, decretar em Nome, agir em amor. O que chamamos “milagre” é obediência que se torna luz.


Agora, antes da prática, recebe um roteiro simples para os próximos sete dias:


* Dia 1: Observa toda vez que disseres “EU” ou “MEU”. Transforma três frases negativas em três decretos.

* Dia 2: Dedica 10 minutos a tocar, com a mão, uma área do corpo e dizer: “EU SOU a Perfeita Energia aqui.”

* Dia 3: Uma obra de caridade com tua língua (elogio verdadeiro, reconciliação).

* Dia 4: Estudo breve: um Salmo (1, 23, 27, 63).

* Dia 5: Silêncio de 15 minutos (EU/SOU na respiração).

* Dia 6: Revisão dos hábitos (café, açúcar, sal, tela, sono) e um ajuste.

* Dia 7: Eucaristia cotidiana: agradece três intervenções de Deus na semana e sela novo propósito.


“EU SOU não falha: vigília, decreto e maestria do corpo-templo”


Postura: sentar ereto(a) ou em pé, pés firmes, mãos sobre o coração.


1) Ancoragem (1x, lenta):

No Santo Nome EU SOU, consagro meu verbo, meu corpo e meu dia ao Teu Governo.


2) Respiração do Nome (9 ciclos):

Inspira ouvindo EU. Expira ouvindo SOU.

Permite que os ombros desçam e a mente amacie.


3) Decreto do Governo (3x):

EU SOU a Presença que não falha, atuando agora na minha mente, nas minhas emoções e no meu corpo, ordenando tudo à Paz e Harmonia.


4) Purificação do Verbo (1x, clara):

Renuncio a todo uso negativo de “EU” e “MEU”.

EU SOU a Verdade que qualifica cada palavra que sai da minha boca.


5) Corpo-Templo (passagem de mãos, 60–90s):

Onde houver dor, EU SOU a Perfeita Energia.

Onde houver tensão, EU SOU Respiração de Luz.

Onde houver inflamação, EU SOU Refrigério e Ordem.


6) Súplica de Sabedoria (1x):

EU SOU Amor para cuidar, Sabedoria para discernir, Poder para agir.


7) Selo (3x):

Está feito, está firmado, está selado — no Nome EU SOU.

Fica 60–90 segundos no Grande Silêncio.


“Santo Nome que não falha: governa o meu dizer, cura o meu viver, ordena o meu caminho”


Altíssimo Pai-Mãe, Fonte que cria, mantém e renova,

no Santo Nome EU SOU eu me prostro e me levanto.


Eu creio: quando o EU SOU é pronunciado com fé e amor,

Teu Poder não falha — e o que falha em mim é curado.

Toma, Senhor, meu verbo: purifica-o;

toma meu coração: endireita-o;

toma meu corpo: consagra-o como Teu Templo.


Eu renuncio à língua que amaldiçoa,

à pressa que distorce,

à dúvida que paralisa,

e à autoacusação que me esvazia.

EU SOU a Verdade que liberta meu falar;

EU SOU a Paz que modera minhas reações;

EU SOU o Amor que serve;

EU SOU a Sabedoria que discerne;

EU SOU o Poder que realiza o Bem.


Se preciso de remédio, que seja instrumento do Teu cuidado,

e não meu senhor.

Se preciso de descanso, que seja obediência, e não fuga.

Se preciso pedir perdão, que seja hoje, e não “um dia”.


Concede-me, ó Altíssimo:

a atenção de Sidharta,

a equanimidade de Krishna,

a retidão de Zaratustra,

a arte de Hermes para selar e transmutar,

a suavidade de Lao Tsé,

a consciência de Sócrates,

o mapa da Kabbalah que integra graça e limite,

a lembrança do Sufi que sustém o Nome;

e, sobre tudo, o Coração do Mashiach (Cristo),

no qual o Verbo se faz cura, justiça e paz.


Faze de mim ponte onde houver abismo,

óleo onde houver atrito,

luz onde houver confusão,

ordem onde houver caos.

Bendize minha casa, meus afetos, meu trabalho, minha cidade.

Guarda minha língua no Teu Pasto,

e que cada “EU” que eu pronuncie cante a Tua Vontade.


No Santo Nome EU SOU,

está feito, está firmado, está selado.


No Santo e Poderoso Nome de Yeshua Ha'Mashiach, pelo qual nenhum outro nome tem tanto poder, honra e glória, nosso Amado MELECH Senhor e Salvador: AQUELE QUE VEIO, É e FOI e HÁ DE VIR, O TODO-PODEROSO, o Leão Conquistador da Shevet Yehudah. A PORTA QUE ABRE E NINGUÉM FECHA E QUE FECHA E NINGUÉM ABRE! Amen! HALLELLWYAH

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