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O Manto do Amor: quando o Altíssimo Se individualiza para amar — ciência, rito e caminho do Coração na Presença

Amado Buscador, amada Buscadora da Verdade,


No Sagrado e Santo Nome do Mais Alto dos altos, EU SOU, escrevo-te sob a ordem viva do Mestre dos mestres, Yeshua Ha’Mashiach, para abrir uma porta que atravessa todas as épocas: a porta do Amor como Princípio Ativo de Deus. Recebe estas linhas como quem recebe um manto — porque manto é o que o Amor é: uma Presença que envolve, protege, aquece, cura e envia. E recebe-as também como espada — porque o mesmo Amor separa o falso do verdadeiro, o hábito do destino, a servidão do serviço.


O oráculo que nos guia é claro como água de nascente:

“Por que Se individualizou Deus Criador? Para ter algo que amar. Por que foram divididas as energias? Para expressar Amor. O Amor é o Princípio Ativo de Deus Criador. Quando amais, envolveis o objeto do vosso Amor nesse Manto de Deus Criador, nessa Presença Radiante. Portanto, jamais critiqueis toda forma e maneira de dar e receber o DIVINO AMOR.” (O LIVRO DE OURO DE SAINT GERMAIN: A Sagrada Alquimia do EU SOU)


Eis a doutrina do coração em sete respirações:


1. O Infinito se individualiza para amar.

2. As energias se dividem para expressar esse Amor.

3. O Amor não é uma sensação, é Princípio Ativo.

4. Amar é revestir alguém com o Manto de Deus.

5. Esse Manto é Presença — não opinião.

6. O julgamento estreita; o Amor amplia.

7. O critério do Céu é este: jamais criticar a forma pela qual o Divino Amor escolhe dar-se e ser recebido, mas discernir para que o Amor permaneça Amor — puro, firme, fecundo.


Esta carta é uma escola: caminhemos por suas salas. Cada sala te entrega um instrumento, uma linguagem e um gesto para que vivas o Amor-Ativo como ciência, rito e caminho.


Há uma sabedoria antiga — entoada por poetas do deserto e sábios do coração — que diz: o Eterno era um Tesouro Oculto e quis ser conhecido. Conhecer e amar, aqui, são um ato só. O Ser transborda porque Ama; divide-se em rios e fontes porque deseja que outros bebam, e bebendo, vivam. O que chamamos “individualização” é o modo como o Uno se torna tu e eu sem deixar de ser Uno.


Kabbalah fala do shefá (o fluxo), que se derrama de Chokhmah (sabedoria) e Binah (entendimento) até Chesed (misericórdia) e Tiferet (beleza/coração), recolhendo-se em Yesod (fundamento) e florescendo em Malkhut (reino). A divisão das energias não é cisão: é orquestração. Cada sefirah é um modo como o Amor se opera. Quando amas, movimentas essa orquestra em miniatura: tua palavra é Chesed, teu limite justo é Gevurah, teu equilíbrio é Tiferet, tua perseverança é Netzach, tua clareza é Hod, tua fidelidade é Yesod, tua vida concreta é Malkhut.


Hermes Trismegisto chamaria isso de Correspondência: o que vibra no alto encontra eco no baixo, e o que se faz no íntimo encontra forma no mundo. Se Deus Se individualiza para amar, nossa individualidade é o altar onde esse Amor decide ajoelhar-se para servir.


O Amor-Ativo não é recurso emotivo; é verbo. Quando os evangelhos narram que Yeshua viu as multidões e “se compadeceu delas”, mostram a anatomia do Amor: ver, comover-se, agir. O Amor não assume o lugar do outro (isso seria fusão), não o abandona (isso seria indiferença); o Amor se aproxima e envia. Abraça sem algema; liberta sem abandono.


Observa como o Mashiach (Cristo) atua:


* Na lepra, Ele toca: o Amor purifica a imagem deformada que o mundo carimbou.

* Na fome, Ele reparte: o Amor multiplica o pouco quando o pouco é oferecido.

* Na culpa, Ele levanta: “Nem eu te condeno… vai e não peques mais.” O Amor absolve e convoca.

* No luto, Ele devolve: “Menina, levanta-te.” O Amor restitui o tempo que a morte roubou.

* Na cruz, Ele reza pelos algozes: o Amor intercede até quando sangra.


O Manto de Deus não é pensamento positivo; é Presença que opera. Revestir alguém com esse manto é trazer o Reino para perto, com palavra justa, toque puro, pão que parte, ouvido que acolhe, justiça que protege, limite que salva, silêncio que anuncia. Quando assim amas, o Mashiach (Cristo) te reconhece por parentesco.


No Banquete, Sócrates aprende de Diotima uma escada: dos corpos belos à beleza das almas, das belas leis às belas ciências, até a visão da Beleza em si — e, dali, a descida de volta, para gerar no belo. Lê isto com olhos crísticos: quem sobe sem descer foge; quem desce sem subir se perde. O Amor sobe para ver com Deus e desce para agir com Deus. Teu decreto “EU SOU o Manto do Amor sobre esta pessoa/situação” te faz subir (ver a centelha sob a crosta) e descer (dar o copo d’água concreto, o perdão possível, a providência exata).


Lao Tsé concordaria: o Tao não é altivez etérea; é água que, por humildade, encontra toda sede. E Krishna diria: “Aquele que Me oferece com amor até uma folha, uma flor, um fruto, Eu o aceito.” O princípio é Amor; a matéria pode ser pequena.


O oráculo adverte: “Jamais critiqueis toda forma e maneira de dar e receber o Divino Amor.” Crítica aqui não é o exercício do bom senso; é o gesto que encolhe o espaço do Outro e de Deus no Outro. É o zelo que se transfigurou em vigilância feroz. O Amor-Ativo precisa de discernimento (para permanecer Amor), mas adoece quando se torna vigilância (policiamento de como o outro ama).


Discernimento pergunta: “Este gesto aumenta a dignidade, a liberdade e o bem?” Se sim, sopra; se não, corrige sem humilhar. Vigilância pergunta: “Este gesto segue as minhas preferências?” e, se não, cancela. O Amor, sendo Princípio, se inventa em formas; quem ama de verdade permite variações, contanto que a essência permaneça. A cruz do Mashiach (Cristo) é uma variação de amor que nenhum devoto teria inventado; Deus quis assim e a Forma salvou.


Zaratustra lembraria: o critério é Asha — a ordem verdadeira. Bons pensamentos, boas palavras, boas ações são a tríplice peneira. Se o modo de amar não produz estes três, corrige-se; se produz, respeita-se — ainda que não seja o nosso jeito favorito.


Enoque contempla ordens e vigilantes, rodas de luminares, medidas do firmamento. Tudo se move porque Amor governa. O Amor não se opõe à ordem; ele a cria. Quando amas, crias ordem em volta de ti. O coração bem-amado põe cada coisa em seu lugar: tempo de falar e tempo de calar, de plantar e de recolher. O Amor pacifica a casa, estabiliza a rua, estrutura o trabalho. Onde o Amor é Princípio Ativo, o caos perde glamour; a bagunça vira inconveniência; a rigidez cede ao compasso.


A oficina do Amor opera com dois verbos: solve (dissolve) e coagula (condensa). Dissolve-se a dureza (mágoa, rancor, inveja, soberba), condensa-se a graça (paciência, ternura, coragem, fidelidade). O manto dissolve a aspereza do mundo sobre alguém; a palavra condensa uma nova identidade naquela pessoa: “Tu és meu irmão”; “Filha, tua fé te salvou.” A obra vai do nigredo (ver a sombra sem negar) à albedo (lavar) e rubedo (assumir a cor viva do amor maduro).


Para cada fase, um ritual mínimo:


* Nigredo: reconhece a dor sem reduzir a pessoa à dor.

* Albedo: lava com perdão e louvor; falar bem limpa.

* Rubedo: institui um gesto novo (rotina, cuidado, serviço): o amor coagula quando vira hábito.


Na escola do coração, o adab (etiqueta sagrada) ensina como amar: com delicadeza que não humilha. A himma (resolução ardente) firma o compromisso: amar mesmo quando o outro não facilita. O uns (intimidade) lembra que o Amor, antes de ser tarefa, é amizade com Deus. Quem se sabe amado ama sem barganha. Repetir um Nome (para nós, o EU SOU) alinha a respiração ao ritmo do Altíssimo, e o coração abranda até poder ouvir a vontade amorosa de Deus para cada encontro.


Os Salmos são oficina de amor em voz alta. Salmo 36 canta: “Em Ti está a fonte da vida; na Tua luz veremos a luz.” Salmo 103 lembra: “Sacia de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a águia.” O Amor é ato que rejuvenesce a visão, porque remove o pó da acusação. Salmo 145: “O Senhor é bom para todos, e as Suas ternas misericórdias estão sobre todas as Suas obras.” O Manto cobre todos; o nosso olhar aprende a reconhecer.


O Evangelho da Verdade sussurra que o que nos separava era o esquecimento; o Mashiach (Cristo) vem recordar. O Amor-Ativo é memória viva: nós nos lembramos quem o outro é no desígnio de Deus e o anunciamos com gestos. Tomé (outro pergaminho de sabedoria): “Se fizeres o que está dentro de ti vir para fora, isso que tens te salvará.” O que está dentro de ti é caridade; o que te salva é levá-la para fora.


Pistis Sophia descreve descidas, ascensões, resgates: o Amor desce às camadas do esquecimento para erguer. Em nossas pequenas pistis (confianças) e pequenas sophias (sabedorias), fazemos o mesmo: descer ao aplainado do cotidiano — mercado, transporte, trabalho — e erguer gente com atenção, pão, justiça, palavra boa, silêncio útil.


Revestir é mais que “ter pena”. É um conjunto de atos coordenados:


1. Ver a pessoa além da história que contaram sobre ela.

2. Chamar pelo nome, e não pelo rótulo.

3. Oferecer algo que dignifica (escuta, alimento, oportunidade, ensino, conexão).

4. Proteger com limite (não permitir abuso nem auto-violência).

5. Enviar com confiança (dar-lhe a chance de ser sujeito, não objeto).


Este ciclo (ver–chamar–oferecer–proteger–enviar) é como vestir com o Manto: por fim, a pessoa se lembra de quem é — ainda que aos poucos —, e a vida muda de eixo.


Prisão 1 — Ressentimento: prende o amor no passado. Chave: perdão em três andares (oração, gesto, rotina).

Prisão 2 — Orgulho: só ama à sua maneira. Chave: aprender variações (o outro ama por maneiras que desconheço, e tudo bem, se é Asha: bom pensar, boa palavra, boa ação).

Prisão 3 — Medo: confunde amor com fraqueza. Chave: mansidão firme — a força que não agride, mas também não cede ao mal.

Prisão 4 — Pressa: exige colheita ontem. Chave: paciência operante — regar hoje, amanhã, depois; ajustar; confiar; agradecer.


Faz da tua casa um santuário do Amor-Ativo: cada manhã, um pequeno rito de paz; a mesa, lugar de benção; as palavras, lavadas; a porta, hospitaleira e sábia. Faz da rua um claustro: caminha como quem reza pelo chão; cumprimenta, recolhe o lixo que viste, oferece carona, fecha uma fofoquinha com humor. Faz do trabalho liturgia: pontualidade, capricho, justiça; os pobres e os colegas difíceis são teus exames práticos.


Em tudo, repete baixinho: “EU SOU o Manto do Amor aqui.” A repetição não é fuga; é chama que não apaga.


Amor corrige. Amar não é permitir tudo; é impedir que o outro se perca. O não do Amor tem três notas: claro, calmo e continente (contém quem escuta, não o agride). Yeshua expulsa vendilhões do templo; porém, quem se aproxima ferido recebe óleo e vinho. Gevurah serve a Chesed; o limite é canal do amor, não sua negação. Quando te couber dizer “não”, diz como quem segura uma ponte e não como quem derruba uma ponte.


Nada torna o rosto tão luminoso quanto servir. A pele pode enrugar; os olhos rejuvenescerão. O coração que decide amar como rito encontra uma leveza que nenhuma ginástica produz sozinha. Salmo 92 canta: “O justo floresce como palmeira… na velhice darão ainda frutos.” O fruto do amor não tem idade.


Cada vez que repartes pão, tu celebras um sacramento. Não aguardes sempre o altar de pedra; prepara altares de madeira: a mesa da cozinha, o banco da praça, o balcão do trabalho. O pão partido desautoriza a avareza e recorda que o Amor é economia do excesso: quem parte, multiplica; quem retém, apodrece. Krishna já disse, Yeshua confirmou, Hermes concorda: o que se oferece à Fonte volta aumentado — não para vaidade, mas para serviço.


Sidarta Gautama: o ódio não cessa com ódio; cessa com amor.

Krishna: oferece-Me tudo; Eu te sustento.

Zaratustra: Asha — que teu pensar, falar e agir concordem com a Verdade.

Hermes: separa o sutil do espesso com habilidade — ver centelha, corrigir comportamento.

Lao Tsé: o fraco vence o forte; o suave vence o duro — a água chega onde a espada não chega.

Sócrates: mais vale sofrer a injustiça do que cometê-la — Amor não compra vitórias com moeda de injustiça.

Kabbalah: harmoniza Chesed e Gevurah em Tiferet — coração belo porque verdadeiro.

Sufi: lembra do Nome até que o Nome te lembre — EU SOU te recorda Quem És.


Todas essas vozes, reunidas, ajoelham diante do Mashiach (Cristo), Verbo do Amor, e dEle recebem coroa.


Um ferreiro mal-humorado ouviu, atrás da loja, um menino cantar desafinado enquanto limpava a rua. Irritou-se. Ao fim do dia, notou que as marteladas tinham saído mais suaves. O canto, ainda torto, o amolecera. O menino dera o que tinha; o ferreiro recebeu o que precisava. Chave: não desprezes formas humildes de amor; elas afeiçoam o ferro do mundo.


Uma viúva dava sempre uma couve ao vizinho doente. Diziam: “É pouco.” Mas a couve trazia conversa, e a conversa trouxe um mutirão, e o mutirão abriu um telhado. A couve era liturgia; por ela, Deus organizou amigos. Chave: o mínimo oferecido torna-se máximo quando é fiel.


Um jovem batia à porta do emprego, e ninguém o ouvia. Um idoso, porteiro, lhe ensinou a chegar cedo, cumprimentar, ajudar sem pedir nada. Em seis semanas, o jovem foi notado, chamado, treinado. O Amor ensinou adab (cuidado) e a vida abriu. Chave: amor é forma também; a forma antecipa a bênção.


1. Quem precisa ser revestido pelo meu manto de Deus hoje?

2. Que forma de amor eu critico sem necessidade? Posso respeitar sua diferença enquanto discerno?

3. Onde devo dizer “não” amorosamente para salvar um “sim” maior depois?

4. Que pequeno rito (escuta, pão, visita, mensagem, estudo, limpeza) confirmará meu decreto de hoje?

5. Qual palavra substituirei para nunca mais amaldiçoar com a boca aquilo que o coração deseja abençoar?


Responde com um ato. O Reino escreve com gestos.


Amado, amada: Deus Se individualizou para te amar — e para amar em ti. Tu és caligrafia do Altíssimo, pincel do Seu coração, ferramenta do Seu cuidado. Veste o Manto do Amor e caminha. Se zombarem, oferece fruto. Se duvidarem, oferece constância. Se te cansares, oferece silêncio e bebe água. Retoma o Nome: EU SOU. O Manto não cai; tu às vezes escorregas. Reergue-te, e o mundo ganhará calor onde passares.


Agora, entraremos na prática breve de decreto e na oração forte. Leva-as contigo como chave e selo.


Postura: senta-te com a coluna ereta; pés no chão; mãos em concha sobre o coração.

Respiração: 9 ciclos, ouvindo a inspiração como EU e a expiração como SOU. Deixa que o tórax amacie.


1) Declaração (3x, lenta e consciente):

EU SOU o Manto do Amor que envolve esta pessoa/situação agora.

EU SOU o Princípio Ativo de Deus operando aqui.


2) Consagração (2x):

EU SOU a luz que vê, a ternura que move, a coragem que age.

EU SOU a misericórdia que abraça e a verdade que endireita.


3) Benção Direcionada (1x, clara):

No Nome EU SOU, abençoo (nomeia a pessoa/situação).

Que o bem, a dignidade e a liberdade aumentem aqui.


4) Ato Corroborador (30–60s):

Decide um gesto concreto a realizar hoje (uma ligação, uma visita, um pão partido, uma reconciliação, uma ponte, um estudo, um limite justo).


5) Selo (3x):

Está feito, está firmado, está selado — no Nome EU SOU.

Permanece 60–90s no Grande Silêncio.


Altíssimo Pai-Mãe, Fonte de toda vida e Razão de todo amar,

no Santo Nome EU SOU eu me prostro e me ergo.


Tu Te individualizaste para amar;

eu Te bendigo por teres escrito o meu nome no Teu coração.

Divide as Tuas energias para que eu as expresse como serviço,

e faz do meu corpo, mente e voz um manto de Tua Presença.


No poder de Yeshua Ha’Mashiach,

eu renuncio ao julgamento que empobrece,

à crítica que fere, à pressa que confunde,

ao medo que congela, à vaidade que divide.

Eu abraço a misericórdia que vê,

a verdade que endireita,

a mansidão que guarda,

a coragem que realiza.


Declaro e recebo:

EU SOU o Amor-Ativo de Deus neste lar;

EU SOU o Manto que reveste esta rua;

EU SOU a ponte onde havia abismo;

EU SOU a água mansa que apaga incêndios;

EU SOU a mão que reparte o pão;

EU SOU o coração que perdoa e persevera;

EU SOU aquilo que EU SOU —

para que somente Tu, Senhor, resplandeças.


Que a sabedoria dos antigos me acompanhe:

a atenção de Sidarta, o desapego de Krishna,

a retidão de Zaratustra, a arte de Hermes,

a doçura de Lao Tsé, a consciência de Sócrates,

a estrutura da Kabbalah, a lembrança dos Nomes no caminho sufi,

e, sobre tudo, o Coração do Mashiach (Cristo),

onde o Amor é Princípio, Manto e Caminho.


Consagro-Te este dia e os que virão:

que meus decretos virem gestos,

que meus gestos virem rotinas,

que minhas rotinas virem cultura,

e que a cultura do Amor vença em mim tempo, espaço e ignorância.


Assim oro, creio e vivo — agora e sempre:

Amen!

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