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PRIMEIRO O REINO, PORTA SEMPRE ABERTA: A Presença Governante, o Corpo-Templo e a Perseverança que Vence a Última Tentação

Amado Buscador, amada Buscadora da Verdade,


No Sagrado e Santo Nome do Mais Alto dos altos — EU SOU — escrevo-te sob a ordem viva do Mestre Yeshua Ha’Mashiach, a Rocha e o Caminho, para firmar contigo um pacto de prioridade, presença e perseverança. O oráculo de hoje é claro como o alvorecer e firme como uma montanha: faz de Deus Pai-Mãe tua Primeira Busca; ama-O de modo pessoal; consagra-Lhe teu corpo como Templo; e mantém, durante todo o dia, a porta do coração *aberta para a Presença Governante que te precede, estabelece paz e organiza tudo em harmonia*. Não é um adorno devocional: é um protocolo de governo espiritual para tempos de tribulação, distrações profundas e tentações sutis, especialmente as que surgem “no último minuto”, quando a vitória já cheira a perto.


O Mestre nos proclamou: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua Justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas.” O Salmista respondeu como quem encontra a senha do coração: “Quão amáveis são os teus tabernáculos… a minha alma desfalece pelos átrios do Senhor” (Sl 84). E o oráculo que hoje nos guia aprofunda:


“Durante o dia, assume a consciência: ‘EU SOU a Presença governante, que me precede aonde quer que eu vá, que comanda a perfeita Paz e Harmonia em todas as minhas atividades.’ Assim manterás a porta aberta ao fluxo constante da Presença Interior; e esta mudará teu mundo, impedindo-te de contatar a desarmonia. Considera: teu corpo é Templo do Altíssimo; invoca e acredita que os atributos desejados já existem no Espírito Perfeito. O fracasso é impossível quando se põe em movimento o EU SOU. Muitos param às portas da grande vitória por dúvida, falta de persistência ou por fecharem a porta por tempo indeterminado.” (O LIVRO DE OURO DE SAINT GERMAIN: A Sagrada Alquimia do EU SOU)

Toma estas linhas como código de vida. Hoje te proponho quatro traves: (1) Primeira Busca, (2) Presença Governante, (3) Corpo-Templo, (4) Perseverança até o último metro. A elas somaremos as chaves de sete mestres (Sidharta, Krishna, Zaratustra, Hermes Trismegisto, Lao Tsé, Sócrates e os sufis), os mapas do Livro de Enoque, os fundamentos da Kabbalah e as operações da Alquimia, tudo convergindo em Yeshua — fundamento supremo do nosso palácio interior.


Primeiro o Reino. Não “também o Reino”, não “se der tempo”. Primeiro. Quem ordena o primeiro governa os demais. O coração disperso fabrica mil agendas e volta para casa vazando. O coração centrado em Deus Pai-Mãe respira com uma sobriedade que recolhe o tempo, como o pastor que recolhe o rebanho ao cair da tarde.


Amar a Deus de modo pessoal. Não como conceito, mas como relação viva. O Shema nos ensina a inteireza: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” O amor pessoal inclui voz (louvor), escuta (silêncio orante), honra (primícias), confiança (entrega) e tempo (constância). A suficiência do Altíssimo nos cura do vício de mendigar em portas erradas; Sua ternura nos cura do endurecimento que as lutas semeiam.


Kabbalah: quando o Primeiro é Deus, Keter (Coroa) orienta o fluxo; Chokmah (Sabedoria) e Binah (Entendimento) desenham a forma; e Tiferet (coração) harmoniza graça e verdade, derramando em Yesod (fundamento) e Malkhut (o concreto da vida). Traduzindo: o que pões no topo filtra tua visão, guia tuas palavras, modela teus gestos e fixa teus passos.


Sidharta lembraria: a Reta Visão inaugura o caminho; ver o Primeiro como Primeiro é o início de toda sanidade espiritual. Krishna confirmará: “Aqueles que em Mim se refugiam, Eu lhes supro o que falta e preservo o que têm” (cf. Gītā). Zaratustra ajusta o compasso: bons pensamentos, boas palavras, boas ações — a tríplice fidelidade que impedirá teu coração de prometer coisas ao Alto e oferecer migalhas ao mundo.


O oráculo determina o princípio operativo do dia:


“EU SOU a Presença governante que me precede aonde quer que eu vá, comandando perfeita Paz e Harmonia em todas as minhas atividades.”

Isto não é figura de linguagem: é engenharia espiritual. No EU SOU se conjuga a tríade divina: Amor (Chesed), Sabedoria (Chokmah) e Poder (Gevurah), sob a Inteligência viva do Altíssimo. Dizer “EU SOU a Presença governante” é entregar o comando ao Espírito, para que Ele vá à frente, pacifique as arestas e organize as sincronicidades. Não é que cessem os desafios; é que você deixa de ser arrastado por eles. A Presença abre as portas que servem ao propósito, fecha corredores que apenas consomem energia, dissipa armadilhas do orgulho e atenua impactos antes que te toquem a pele.


Lao Tsé nos ensina a postura: a água não disputa com a pedra, e, ainda assim, a vence por constância e mansidão. Hermes Trismegisto oferece o método: separa o sutil do espesso, isto é, reconhece o que é essencial naquele diálogo, naquela decisão, naquela dor, e deixa escorrer o supérfluo. Sócrates empresta sua peneira: pergunta se o que estás prestes a dizer é verdadeiro, necessário e digno; então fala.


Enoque viu portas do céu, medidas de luz e ciclos de ventos. A Presença governante também é ritmo: há hora de dizer e hora de calar; hora de avançar e hora de recolher; hora de plantar e hora de colher. Quem põe o EU SOU no comando aprende a ler o vento — a escutar os sinais do Coração Divino no curso dos acontecimentos, e a mover-se com o sopro, não contra ele.


Sufi (dhikr) é memória ativa do Nome. Manter o Nome aceso durante as tarefas — muraqaba (vigilância amorosa) — faz a mente regressar de suas excursões e o coração repousar sob guarda. É isto que o oráculo chama “manter a porta aberta”: presença lembrada. A porta que muitos fecham “por tempo indeterminado” não é um portal físico: é o estado de lembrança. Quando esquecemos, jogamos a alma na praça pública dos estímulos. Quando lembramos, o Trono governa.


“Não importando qual seja a manifestação dentro ou fora do corpo, adota a determinação de que teu corpo é Templo do Altíssimo.” (O LIVRO DE OURO DE SAINT GERMAIN: A Sagrada Alquimia do EU SOU)

O apóstolo afirmará: “Vosso corpo é templo do Espírito Santo” e “oferecei os vossos corpos em sacrifício vivo” — culto racional. O oráculo não pede um ascetismo de fuga, mas um ascetismo de forma: respiração que acolhe, alimento que honra, sono que restaura, movimento que integra, sexualidade purificada no amor verdadeiro, palavra que edifica, olhar que abençoa, mãos que servem.


Alquimia chama a isto vaso: o vaso deve estar limpo (albedo), forte (coagulação das virtudes) e flexível (não quebradiço). Em dias de tormenta, o corpo bem educado evita que a alma “gire” ao sabor dos ventos. O EU SOU precisa de um instrumento dócil: o corpo não manda no Espírito; o Espírito educa o corpo até que este se torne harpa obediente. Cada respiração EU/SOU inscreve música nova nos nervos: inspirar EU, expirar SOU — e os ombros descem, a mandíbula amolece, a presença amplia o recinto.


Krishna recordará o yoga do cotidiano: equanimidade no agir — nem apatia, nem descontrole; potência com ternura. Sidharta ofertará a Atenção Correta: observa o impulso, percebe o turbilhão, não te confundas com ele. Zaratustra dá o selo: ordena pensamentos, palavras e ações à Asha (Ordem Verdadeira). Hermes: sela o vaso — fugir à tagarelice, ao excesso, ao exibicionismo do “eu exterior”.


Corpo-Templo é mais do que ergonomia espiritual: é sacramento. Por ele, o Reino toca o mundo, abraça crianças, levanta caídos, escreve cartas como esta, organiza a cidade, faz justiça e cozinha pão. Não desprezes teu corpo: apruma-o e consagra-o.


“Muitas vezes vi meus discípulos às portas de grande vitória, mas falharem no último momento por dúvida, falta de persistência ou por fecharem a porta.” (O LIVRO DE OURO DE SAINT GERMAIN: A Sagrada Alquimia do EU SOU)

A tentação mais sutil não costuma vir no início, quando estás zeloso e em guarda. Ela costuma vir no penúltimo passo: quando a semente já brotou, o fruto já pendeu, o aroma já se espalha. Aí a mente antiga sussurra: “E se não for?” “E se eu não estiver pronto?” “Talvez não mereço.” O inimigo dos santos chama-se desânimo que se fantasia de prudência. Ele fecha a porta “por tempo indeterminado”, como se deixar a obra “no quase” fosse neutralidade sábia; na verdade, é cancelar a colheita.


Yeshua narra dez virgens: cinco prudentes levam óleo, cinco tolas confiam na “emergência de última hora”. A lição é cristalina: mantém a lâmpada acesa mesmo quando “está demorando”. Provérbios aconselha o formigueiro; Eclesiastes lembra tempos, mas manda semear de manhã e à tarde. Enoque aponta o giro dos luminares: há hora da plenitude — quem vai até o fim a encontra. Kabbalah dirá: a luz que desce (shefa) exige vaso sólido — e isto é perseverança.


Sidharta chamaria de vigilância ao último nó: não abandonar a respiração justo quando a mente levanta “a penúltima história”. Krishna pedirá fidelidade ao dever justo: termina o que é teu fazer. Zaratustra: cumpre a palavra empenhada. Hermes: “Solve et coagula”: quando o velho medo te visita, dissolve; quando a hora de concluir chega, coagula — fixa o bem.


O oráculo promete: porta aberta = fluxo constante = mundo transfigurado. Como se mantém a porta aberta?


1. Ritmo de lembrança: ancoragens breves ao acordar, nos umbrais do dia (antes do trabalho principal, antes da conversa difícil, ao deitar).

2. Decreto operativo: “EU SOU a Presença governante…” (pela manhã) e “Graças Te dou porque me precedeste hoje” (à noite).

3. Gestos de reconciliação: toda aresta que fica sem tratamento cerra uma fresta do coração.

4. Caridade consciente: uma obra de misericórdia por dia (escuta, visita, oferta, intercessão) mantém o fluxo de Deus para o próximo através de ti.

5. Palavra temperada: onde a língua fere, a porta range; onde a palavra edifica, a porta canta.

6. Descanso honrado: porta aberta não é hiper-ativo; é bem ritmado. Dorme como quem confia.


Sufi chamará isto de adab (a etiqueta do sagrado): como se faz é parte do que se faz. Sócrates insistiria: vida examinada. Lao Tsé: o suave sustenta.


O oráculo te deu um decreto-chave:


“EU SOU o Amor, a Sabedoria e o Poder com Sua Inteligência Ativa, atuando em tudo o que penso e faço hoje.” (O LIVRO DE OURO DE SAINT GERMAIN: A Sagrada Alquimia do EU SOU)

Amor sem Sabedoria vira indulgência cega; Sabedoria sem Amor vira dureza fria; Poder sem ambos vira tirania. O EU SOU integra as três luzes e regula tua resposta a cada situação:


* Se há dureza no ambiente: aumenta Amor (Chesed), sem perder Sabedoria (discernimento) nem Poder (limite).

* Se há confusão: eleva Sabedoria (clareza), sem esfriar Amor nem ceder o Poder à indecisão.

* Se há injustiça: ativa Poder (ação justa), irrigado por Amor e guiado por Sabedoria.


Kabbalah resume no coração (Tiferet): beleza é equilíbrio vivo. Krishna chama de yoga; Sidharta, de Caminho do Meio; Zaratustra, de Asha; Hermes, de coincidentia oppositorum bem resolvida; Lao Tsé, de via da água; Sócrates, de medida. Em Yeshua, as três luzes são uma: Ele ama os pequenos, sabe o que há no homem, age com autoridade mansa — e nos diz: “Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração.”


OS TRÊS INIMIGOS DA PORTA: Dúvida, Pressa, Autoacusação:

1. Dúvida (não a pergunta humilde, mas a desconfiança do Bem). Remédio: testemunhos — lembra intervenções passadas de Deus; lê e anota.

2. Pressa (inquietação travestida de eficiência). Remédio: respiração EU/SOU antes de qualquer decisão relevante.

3. Autoacusação (culpa estéril que paralisa). Remédio: arrependimento prático — confessa, repara, prossegue; não faças do erro uma identidade.


Tiago nos adverte sobre a mente dividida; Paulo aponta para a metamorfose pela renovação do entendimento; Davi nos ensina a voltar a cada tropeço: “Cria em mim um coração puro.” O EU SOU não nos foi dado para justificar o velho homem, mas para erguer o novo — até que o Mashiach (Cristo) se forme em nós.


A liturgia simples para corações ocupados é essa:


Manhã

* 3 minutos de silêncio: EU/SOU (9 ciclos).

* Decreto principal:“EU SOU a Presença governante, que me precede aonde quer que eu vá durante este dia, que comanda a perfeita Paz e Harmonia em todas as minhas atividades”

* Consagração do corpo: “Este é Teu Templo; move-o na Tua Ordem.”

* Leitura breve (Salmo 63; Provérbios 3; Isaías 26:3).


Meio do dia

* Pausa de 90 segundos: respiração; “Recordo-Te: permanece aberta a porta”.

* Uma obra de caridade (mensagem de encorajamento, gesto de justiça, oração por alguém).


Tarde

* Reajuste: “Não fecho a porta; prossigo mais um passo” (combate à tentação do penúltimo metro).


Noite

* Exame: Agradeço–Aprendo–Ajusto (um de cada).

* Ato de reconciliação (se houver).

* Selo: “Graças, Presença governante, que me precedeste hoje; permanece comigo no repouso.”


Chamo de matemática da última dobra o mistério de que o maior brilho da colheita se decide na última curva do caminho. Não porque Deus seja sádico, mas porque a forma precisa ser selada. Como no Livro de Enoque, em que os luminares cumprem medidas até o fim do curso, também tua graça pede cumprimento. Fechar a porta no penúltimo metro impede a coagulação do ouro. Abrir a porta e perseverar sela a obra.


Alquimia chama essa etapa de rubedo — a vermelhidão da conclusão, quando o masculino e o feminino da alma se beijam sob o Sol. Kabbalah dirá que Yesod entrega a Malkhut: a fidelidade larga-se em vida concreta. Sufi cantará: “Quem bate, a porta se abre; quem permanece, entra.”


Portanto, amado e amada: elege o Primeiro, instala a Presença governante, consagra o corpo-templo, mantém a porta aberta, persevera até o fim. Se caíres, levanta; se cansares, respira; se duvidares, recorda; se fores tentado a fechar a porta, abre-a de novo. O fracasso é impossível quando o EU SOU está em movimento — não por mágica, mas porque a Verdade move o todo.


Agora, sela comigo em decreto e oração.


“Presença Governante, Porta Aberta, Corpo-Templo”


Postura: coluna ereta, pés firmes no chão. Mão direita sobre o coração, esquerda receptiva.


1) Ancoragem (1x, lenta):

No Santo Nome EU SOU, elejo o Reino como Primeiro.

Consagro este dia ao Teu governo.


2) Respiração do Nome (9 ciclos):

Inspira EU; expira SOU.

Sente o corpo tornar-se harpa obediente.


3) Decreto da Presença (3x):

EU SOU a Presença governante que me precede aonde quer que eu vá hoje,

comandando perfeita Paz e Harmonia em todas as minhas atividades.


4) Corpo-Templo (1x):

EU SOU a vida do Altíssimo em meu corpo.

Este corpo é Teu Templo: respira em mim, move-me na Tua Ordem.


5) Porta Aberta (1x):

EU SOU a porta aberta que nenhum homem pode fechar.

Permaneço em lembrança; permaneço em louvor; permaneço em serviço.


6) Último Metro (1x):

Rejeito a dúvida, a pressa e a autoacusação.

Persevero até o cumprimento: está nas Tuas mãos, e eu prossigo.


7) Selo (3x):

Está feito, está firmado, está selado — no Nome EU SOU.


Permanece 60–90 segundos no Grande Silêncio.


“Primeiro Tu, Senhor; governa-me por dentro, consagra-me por inteiro, sustenta-me até o fim”


Altíssimo Pai-Mãe, Fonte de todo bem,

no Sagrado Nome EU SOU eu me prostro e me levanto.


Tu és meu Primeiro e meu Último;

em Ti começo, em Ti prossigo, em Ti concluo.


Declaro e recebo:

EU SOU a Presença governante que me precede hoje,

comandando perfeita Paz e Harmonia em tudo quanto abraço.

EU SOU o Amor, a Sabedoria e o Poder com Tua Inteligência Ativa,

atuando no que penso, digo e faço.


Consagro-Te meu corpo: Templo Teu.

Purifica meu olhar, ordena minha palavra, mansa meu gesto, fortalece meus passos.

Guarda minha porta aberta — em memória, louvor e serviço.


Repreendo a dúvida que disfarça medo,

a pressa que me rouba o Primeiro,

e a autoacusação que paralisa a obra.

Em Yeshua Ha’Mashiach, persevero até o último metro.


Concede-me, Senhor,

a atenção de Sidharta,

a equanimidade de Krishna,

a retidão de Zaratustra,

a arte de Hermes para selar e transmutar,

a suavidade de Lao Tsé,

a consciência de Sócrates,

o mapa da Kabbalah e a memória do Sufi,

e, sobre tudo, o Coração do Mashiach (Cristo),

onde Amor é forma, Sabedoria é caminho e Poder é serviço.


Bendize minha casa e a cidade;

faz de mim ponte onde houver abismo,

óleo onde houver fricção,

ordem onde houver caos,

esperança onde houver cansaço.


EU SOU a porta aberta; EU SOU o vaso consagrado; EU SOU o servo perseverante.

Está feito, está firmado, está selado — no Nome EU SOU.


No Santo e Poderoso Nome de Yeshua Ha'Mashiach, pelo qual nenhum outro nome tem tanto poder, honra e glória, nosso Amado MELECH Senhor e Salvador: AQUELE QUE VEIO, É e FOI e HÁ DE VIR, O TODO-PODEROSO, o Leão Conquistador da Shevet Yehudah. A PORTA QUE ABRE E NINGUÉM FECHA E QUE FECHA E NINGUÉM ABRE! Amen! HALLELLWYAH


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